Reuniões itinerantes: nova estratégia da EBDA

18/06/2008

Reuniões itinerantes: nova estratégia da EBDA

 

Com a adoção de uma nova estratégia de acompanhamento das ações programadas, a partir de reuniões mensais e itinerantes, a Gerência Regional da Empresa Baiana de Desenvolvimento Agrícola S.A. (EBDA), de Feira de Santana, otimiza os serviços de assistência técnica e extensão rural na região. O trabalho conta com a participação de coordenadores, chefes e técnicos da gerência e, ainda, de representantes das organizações de agricultores e agricultoras familiares, de cada localidade.
A primeira experiência está programada para amanhã (19/06), no Centro de Profissionalização de Agricultores Familiares – Centrepec, e na Estação Experimental Cruzeiro do Mocó, ambas instaladas a 16 quilômetros de Feira de Santana.
Segundo a gerente regional de Feira, Edilza Reis Silva, as reuniões vão facilitar o acompanhamento das ações, possibilitar a adequação dos trabalhos, além de atender às demandas dos agricultores de forma mais eficiente. “A intenção é atender ao nosso público, adequando o potencial da empresa às suas carências. Sendo assim, nada melhor do que fazer essa avaliação e programação”, considerou a gerente.

Unidade Didática de Forragicultura

Durante o encontro, os responsáveis pelas duas unidades visitadas apresentarão os trabalhos já realizados, tanto na Estação Experimental como no Centrepec, bem como aqueles a serem implantados. “Nesse momento serão feitas avaliações e estudadas as possibilidades de adequação das unidades, quanto às reais necessidades dos agricultores/agricultoras familiares”, enfatizou Edilza Reis.
Os extensionistas dos escritórios locais, da região, serão os responsáveis por mostrar o dia-a-dia dos agricultores, justificando as necessidades de capacitação, e farão a indicação dos agricultores/agricultoras que deverão participar das capacitações no Centro de Profissionalização, no próximo período.
Na oportunidade, os participantes também conhecerão a Unidade Didática “Alternativas Forrageiras para o Semi-Árido”, utilizada para demonstração nas capacitações realizadas no Centrepec. Nessa unidade serão visualizadas várias plantas adaptadas ao semi-árido, com grande valor forrageiro, entre eles: girassol, sorgo, milho, leucena, gliricídia, guandu, melancia forrageira, mandioca, pornunça, palma, erva sal e moringa.
Na oportunidade, também serão apresentadas informações sobre o preparo do solo, plantio, espaçamento, tratos culturais, colheita e as formas de utilização na alimentação animal. “Uma experiência vivenciada fica muito mais fácil de ser compreendida e aceita pelos agricultores/agricultoras; as Unidades Didáticas serão instrumentos estratégicos implantados com essa finalidade”, concluiu Edilza Reis.


EBDA/Assimp, 18/06/2008