Técnicos da EBDA do semi-árido baiano são capacitados
Visando melhorar a qualidade de vida dos agricultores familiares baianos do semi-árido, a Empresa Baiana de Desenvolvimento Agrícola (EBDA) vem intensificando suas ações na Assistência Técnica e Extensão Rural (ATER) nessa região e priorizando a capacitação dos técnicos da empresa.
Numa parceria da EBDA e da Embrapa/Semi-árido, com recursos do Pronaf/MDA, 140 técnicos, entre agrônomos, veterinários, zootecnistas e técnicos de nível médio, dos dez Centros de Profissionalização, e de escritórios locais, em todo o Estado, que desenvolvem ações no semi-árido participarão do curso “Novo Enfoque Tecnológico de Convivência com o Semi-Árido”.
Serão quatro módulos de cursos, dois para capacitar técnicos de nível superior e dois para os de nível médio. O primeiro módulo, para nível superior, começou nesta segunda-feira (07), com a participação do chefe da Embrapa, em Petrolina, Pedro Gama, e do diretor de agricultura da EBDA, Hugo Pereira, na Embrapa. O segundo módulo será no mês de julho e os cursos para nível médio, começarão em agosto (primeiro módulo).
De acordo com Hugo Pereira, que representou a Diretoria da EBDA na abertura do evento, “os técnicos da EBDA vão estar mais preparados para atender, com eficiência, às necessidades dos agricultores familiares desta região, que é uma das prioridades do Governo do Estado e abrange 266 municípios, do total de 417 no Estado”, disse.
A próxima semana será marcada pela discussão do módulo 1, com o tema geral: Características e Potencialidades do Semi-Árido e Captação, Uso e Gestão da Água. Durante os cinco dias serão abordados, por especialistas renomados nacionalmente, assuntos relevantes para a convivência com a região, como: “Agricultura Familiar e as Oportunidades Econômicas no Semi-Árido” e “O Estabelecimento de Novas Relações Solo/Água/Planta: Agroecologia e Agricultura Orgânic”a.
“Os técnicos, que irão participar dos cursos e desenvolvem ações, justamente nesses municípios, com a assistência técnica ou com profissionalização, irão repassar estes conhecimentos para os produtores, através de capacitações, seja nos seus 10 centros de profissionalização, estrategicamente distribuídos no Estado, ou nos municípios e territórios”, assegurou o coordenador dos cursos, na EBDA, Cícero Nascimento Magalhães.
O Sistema Integrado de Utilização, a captação de água de chuva para consumo humano e animal, a captação de água de chuva para produção vegetal, barragem subterrânea, barreiro, captação “in situ”, dentre outros importantes assuntos, estão na programação do curso.
EBDA/Assimp - 08/07/08
Manuela Soares
3116.1803