Potencialidades da mamona são discutidas em congresso
As potencialidades da mamona baiana, tanto para a produção do biodiesel, quanto para óleos de utilização na indústria química, foram o principal assunto em destaque, ontem, na solenidade de abertura do III Congresso Brasileiro de Mamona.
O evento estende-se até a próxima quinta-feira, no Centro de Convenções do Othon Palace Hotel, em Salvador.
Autoridades, produtores, técnicos agrícolas e pesquisadores de todo o país discutem novas tecnologias para ampliar ainda mais a produtividade e a produção brasileiras.
O Brasil destaca-se no ranking mundial, com aproximadamente 160 mil hectares plantados, ficando atrás apenas da China (200 mil hectares) e da Índia (840 mil hectares).
O governo baiano lança no evento duas novas variedades da oleaginosa, com teor e concentração maiores que a mamona convencional – fruto dos investimentos em pesquisa da EBDA.
A Bahia representa 76% da produção nacional e 84% da área plantada (141 mil hectares). Graças ao resultado das pesquisas e aplicação das novas tecnologias, com treinamento dos produtores, o Estado espera um aumento de 40% da produtividade da mamona baiana.