Bahia e Sergipe se unem para desenvolver a citricultura
Mais de 350 agricultores familiares, entre viveiristas (produtores de mudas cítricas) e citricultores, iniciaram, na terça-feira, debates sobre as questões que envolvem a citricultura e estão conhecendo as novas técnicas/tecnologias voltadas para a cultura, no II Encontro da Citricultura da Bahia e Sergipe.
O evento, que acontece até amanhã, na Associação Atlética do Banco do Brasil, em Rio Real, é realizado pela empresa Agronordeste e conta com o apoio da Secretaria da Agricultura do Estado da Bahia (Seagri), por meio da Empresa Baiana de Desenvolvimento Agrícola (EBDA).
Rio Real representa a segunda maior área plantada no Brasil, com mais de 24 mil hectares. Os estados da Bahia e Sergipe, juntos, atingem mais de 100 mil hectares de área plantada com citros.
Assistência - "É com o entusiasmo desses números que estamos participando do evento, contribuindo na elaboração de propostas para beneficiar o desenvolvimento da citricultura baiana", disse o coordenador dos trabalhos de citros, na EBDA, Nilton Caldas, que apresentou as principais ações e resultados da empresa com a citricultura.
Ele informou que já são mais de 9,5 mil agricultores familiares assistidos e aproximadamente 5,7 mil de capacitações realizadas entre os anos de 2005 e 2008.
Palestras com especialistas renomados são destaques no evento. O Fiscal Federal Agropecuário, do Ministério da Agricultura (Mapa), Carlos Luiz Carvalho, falou sobre Legislação e Normas Técnicas para a Produção de Mudas Cítricas na Bahia. "Expomos para os agricultores como é desenvolvido toda a cadeia do citros na legalidade, para que eles sempre tenham produtos de qualidade", disse Carvalho.
Hoje, o professor e pesquisador da Universidade de São Paulo (USP) Vinicius Trombin tratará da temática A Comercialização e Mercado Citrícola – Tendências Dante da Atual Crise Econômica Mundial.