Um café da manhã hoje (13), no hotel Catussaba, marcou as comemorações de cinco anos da Redepetro Bahia, com a presença do presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli, do secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação, Paulo Câmera, e do superintendente do Instituto Euvaldo Lodi, Armando Neto. A Redepetro é uma associação com 54 empresas de bens e serviços para a cadeia produtiva de petróleo e gás natural na Bahia que fornece para Petrobras e outras operadoras. Durante o evento, empresários associados destacaram a importância da atuação da rede o que lhes rendeu a participação em feiras, rodadas de negócios e eventos nacionais e internacionais, além da geração de negócios com as 40 empresas do setor com as quais mantém relacionamento, tudo isso conquistado através da visibilidade que a RedePetro promoveu às associadas.
Desde a sua fundação, a RedePetro Bahia teve o apoio institucional da SECTI. Para o secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação, Paulo Câmera, essa parceria gerou resultados importantes para o setor de petróleo e gás na Bahia e salientou que Energias é uma das áreas de atuação do Parque Tecnológico da Bahia. Além de parabenizar o grupo de empresários, Câmera aproveitou a oportunidade para falar dos 30 milhões em recursos não reembolsáveis que o Governo do Estado da Bahia está lançando hoje, através de editais de apoio à pesquisa disponíveis no site da Fundação de Amparo à Pesquisa da Bahia (www.fapesb.ba.gov.br).
Redepetro Bahia – A RedePetro Bahia é dirigida por um Comitê Gestor eleito em Assembléia Geral. Os cinco membros do Comitê Gestor são representantes das cinco áreas de atuação consideradas prioritárias: Estruturação, Novos Negócios, Capacitação, Suporte e Marketing. Ao longo dos anos a Rede estabeleceu relacionamento formal com mais 40 empresas atuantes no setor, desde micro até grandes empresas, visando a sua integração na Rede a curto e meio prazo.
Além da Secti, a Redepetro Bahia tem o apoio do Sebrae no âmbito do convênio, do Sebrae-Petrobras, que visa a inserção competitiva das micro e pequenas empresas baianas na cadeia produtiva de petróleo e gás, e da Federação das Indústrias da Bahia (FIEB), através do Instituto Euvaldo Lodi.