29/05/2015
O Programa é coordenado pela Secti, em parceria com o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e Instituto Euvaldo Lodi (IEL-BA). Dois APLs já foram reestruturados com a verba do Progredir, o de Tecnologia da Informação e de Confecções. E está marcada para março a inauguração do Centro de Design que vai qualificar o setor de moda.
A área de TI experimentou um incremento de 27% em 2007 na Bahia e, agora, graças ao fortalecimento do setor, ganhou também uma maior visibilidade no mercado nacional e internacional. Atualmente, a Bahia constitui-se no Estado mais desenvolvido da região Nordeste no setor de TI, respondendo por 96% da receita de manufatura e 38% de serviços, seguido por Pernambuco, que apesar de participar em apenas 2% da receita de manufatura, recolhe 31% da receita de serviços.
Já o Arranjo Produtivo Local de Confecções é constituído por cerca de 280 empresas formalmente constituídas e situadas predominantemente nos municípios de Salvador (concentradas na rua do Uruguai) e Feira de Santana. O projeto estruturante deste APL tem como objetivo promover a competitividade da indústria de bens de moda da Bahia, por meio da inserção de design de moda como agregação de valor de produtos e marcas. Outro foco é a implementação da integração de tecnologia e conhecimento à cadeia de bens de moda na Bahia.
Os APLs são aglomerações de empresas, localizadas em um mesmo território, que apresentam especialização produtiva e mantêm vínculos de articulação, interação, cooperação e aprendizagem entre si e com outras instituições locais como governo, associações empresariais, instituições de crédito, ensino e pesquisa.
Além de apoiar o desenvolvimento produtivo e a competitividade de micro e pequenos empresários da Bahia, o Programa de Fortalecimento da Atividade Empresarial vem contribuindo para identificar novos mecanismos de intervenção pública que aumentem a eficiência coletiva nos aglomerados. São beneficiários da iniciativa onze APLs: Tecnologia da Informação (Região Metropolitana do Salvador), Transformação Plástica (RMS), Confecções (RMS e Feira de Santana), Fruticultura (Juazeiro e Vale do São Francisco), Cadeia de Fornecedores Automotivo (RMS, Feira de Santana e Recôncavo), Turismo (Zona do Cacau), Piscicultura (Paulo Afonso), Derivados da Cana-de-Açúcar (Chapada Diamantina), Caprinovinocultura (Senhor do Bonfim e Juazeiro) e Rochas Ornamentais (Ourolândia, Jacobina e Lauro de Freitas) e Sisal (Serrinha, Valente e outros municípios da região sisaleira do Estado).
A área de TI experimentou um incremento de 27% em 2007 na Bahia e, agora, graças ao fortalecimento do setor, ganhou também uma maior visibilidade no mercado nacional e internacional. Atualmente, a Bahia constitui-se no Estado mais desenvolvido da região Nordeste no setor de TI, respondendo por 96% da receita de manufatura e 38% de serviços, seguido por Pernambuco, que apesar de participar em apenas 2% da receita de manufatura, recolhe 31% da receita de serviços.
Já o Arranjo Produtivo Local de Confecções é constituído por cerca de 280 empresas formalmente constituídas e situadas predominantemente nos municípios de Salvador (concentradas na rua do Uruguai) e Feira de Santana. O projeto estruturante deste APL tem como objetivo promover a competitividade da indústria de bens de moda da Bahia, por meio da inserção de design de moda como agregação de valor de produtos e marcas. Outro foco é a implementação da integração de tecnologia e conhecimento à cadeia de bens de moda na Bahia.
Os APLs são aglomerações de empresas, localizadas em um mesmo território, que apresentam especialização produtiva e mantêm vínculos de articulação, interação, cooperação e aprendizagem entre si e com outras instituições locais como governo, associações empresariais, instituições de crédito, ensino e pesquisa.
Além de apoiar o desenvolvimento produtivo e a competitividade de micro e pequenos empresários da Bahia, o Programa de Fortalecimento da Atividade Empresarial vem contribuindo para identificar novos mecanismos de intervenção pública que aumentem a eficiência coletiva nos aglomerados. São beneficiários da iniciativa onze APLs: Tecnologia da Informação (Região Metropolitana do Salvador), Transformação Plástica (RMS), Confecções (RMS e Feira de Santana), Fruticultura (Juazeiro e Vale do São Francisco), Cadeia de Fornecedores Automotivo (RMS, Feira de Santana e Recôncavo), Turismo (Zona do Cacau), Piscicultura (Paulo Afonso), Derivados da Cana-de-Açúcar (Chapada Diamantina), Caprinovinocultura (Senhor do Bonfim e Juazeiro) e Rochas Ornamentais (Ourolândia, Jacobina e Lauro de Freitas) e Sisal (Serrinha, Valente e outros municípios da região sisaleira do Estado).