28/05/2015
As ações da RTS foram apresentadas na tarde de hoje (dia 25), a técnicos da Secretaria Estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti), de Universidades públicas e particulares do Estado e do Movimento de Organização Comunitária (MOC). A reunião discutiu ainda a realização do 1º Encontro Baiano de Inovação e Tecnologias Sociais, a ser realizado na segunda quinzena de novembro.
Entre as tecnologias sociais reaplicadas pela rede estão o programa de construção de cisternas na região do semi-árido, inclusive na Bahia, para garantir água para a lavoura e o consumo das populações e dos rebanhos afetados pela seca e diversos trabalhos de educação ambiental. Também aderiram à RTS, o Programa PAIS – Produção Agrícola Integrada e Sustentável e projetos de manejo sustentável de recursos naturais, como o destinado a produção de camarões no Amazonas.
Somente no PAIS já foram investidos cerca de R$ 33 milhões. Para difundir suas ações, a Rede criou o Portal RTS, que já contabilizou mais de 60 mil acessos. A assessora de comunicação da RTS, Michele Lopes, afirmou que “as tecnologias sociais vêm contribuindo para a inclusão social, geração de trabalho e renda e, dentre outros desafios, promoção do desenvolvimento local sustentável”.
Segundo Michelle, “para a Rede, a tecnologia social compreende produtos, técnicas ou metodologias, reaplicáveis, desenvolvidas em interação com a comunidade e que representem efetivas soluções de transformações sociais”. Ela destacou ainda que a intenção da RTS é “levar as tecnologias sociais para um mercado, cada vez, mais amplo”.
O Comitê Coordenador da RTS é formado por 15 instituições, dentre elas, a Caixa Econômica Federal, a Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP), a Petrobras, a Fundação banco do Brasil, o Instituto Ethos de Responsabilidade Social, a Articulação no Semi-árido Brasileiro (ASA) e o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome. Para aderir à Rede é preciso preencher o Manifesto de Interesse e enviar um Termo de Adesão. Maiores informações no portal www.rts.org.br
Entre as tecnologias sociais reaplicadas pela rede estão o programa de construção de cisternas na região do semi-árido, inclusive na Bahia, para garantir água para a lavoura e o consumo das populações e dos rebanhos afetados pela seca e diversos trabalhos de educação ambiental. Também aderiram à RTS, o Programa PAIS – Produção Agrícola Integrada e Sustentável e projetos de manejo sustentável de recursos naturais, como o destinado a produção de camarões no Amazonas.
Somente no PAIS já foram investidos cerca de R$ 33 milhões. Para difundir suas ações, a Rede criou o Portal RTS, que já contabilizou mais de 60 mil acessos. A assessora de comunicação da RTS, Michele Lopes, afirmou que “as tecnologias sociais vêm contribuindo para a inclusão social, geração de trabalho e renda e, dentre outros desafios, promoção do desenvolvimento local sustentável”.
Segundo Michelle, “para a Rede, a tecnologia social compreende produtos, técnicas ou metodologias, reaplicáveis, desenvolvidas em interação com a comunidade e que representem efetivas soluções de transformações sociais”. Ela destacou ainda que a intenção da RTS é “levar as tecnologias sociais para um mercado, cada vez, mais amplo”.
O Comitê Coordenador da RTS é formado por 15 instituições, dentre elas, a Caixa Econômica Federal, a Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP), a Petrobras, a Fundação banco do Brasil, o Instituto Ethos de Responsabilidade Social, a Articulação no Semi-árido Brasileiro (ASA) e o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome. Para aderir à Rede é preciso preencher o Manifesto de Interesse e enviar um Termo de Adesão. Maiores informações no portal www.rts.org.br