29/05/2015
Cerca de 400 pessoas, entre produtores, empresários, pesquisadores, estudantes e apreciadores da cachaça de qualidade participaram do evento, que contou com 46 palestrantes, incluindo representantes de Cuba e do México.
Na solenidade de abertura, o secretário estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação, Ildes Ferreira, destacou que a cachaça, bebida originariamente brasileira, possui condições de ganhar mercado internacional e competir com outras bebidas em pé de igualdade. “A Bahia é o segundo maior produtor de cachaça de alambique do Brasil, ficando atráz apenas de Minas Gerais. Um evento como este em nossa capital mostra a preocupação dos produtores e empresários do setor na busca de melhor qualidade de seus produtos. A pesquisa e a inovação são diferenciais que podem abrir portas e contribuir para o desenvolvimento do setor”, destacou Ferreira.
Hoje existem na Bahia cerca de sete mil unidades agroindustriais que produzem cerca de 60 milhões de litros de cachaça por ano e empregam 35 mil pessoas diretamente. “O grande desafio é que cerca de 90% desses produtores precisam sair da informalidade, situação que dificulta a profissionalização do setor”, explica o coordenador do Congresso, Massilon Araújo. Hoje cerca de 15 marcas de cachaça de alambique participam de um programa que visa fortalecer o setor a partir da cooperação empresarial. Coordenado pela Secretaria Estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti), o Progredir atua junto à cadeia produtiva de derivados da cana-de-açúcar, dentre 11 segmentos produtivos, disponibilizando cursos de qualificação em gestão, acesso à certificação, consultorias e incentivando a cooperação.
O II Conbrac aconteceu no Fiesta Convention Center, promovido pela Federação Nacional das Associações dos Produtores de Cachaça (FENACA), com o apoio do Governo da Bahia.
Veja aqui reportagem sobre o II Cobrac.
Na solenidade de abertura, o secretário estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação, Ildes Ferreira, destacou que a cachaça, bebida originariamente brasileira, possui condições de ganhar mercado internacional e competir com outras bebidas em pé de igualdade. “A Bahia é o segundo maior produtor de cachaça de alambique do Brasil, ficando atráz apenas de Minas Gerais. Um evento como este em nossa capital mostra a preocupação dos produtores e empresários do setor na busca de melhor qualidade de seus produtos. A pesquisa e a inovação são diferenciais que podem abrir portas e contribuir para o desenvolvimento do setor”, destacou Ferreira.
Hoje existem na Bahia cerca de sete mil unidades agroindustriais que produzem cerca de 60 milhões de litros de cachaça por ano e empregam 35 mil pessoas diretamente. “O grande desafio é que cerca de 90% desses produtores precisam sair da informalidade, situação que dificulta a profissionalização do setor”, explica o coordenador do Congresso, Massilon Araújo. Hoje cerca de 15 marcas de cachaça de alambique participam de um programa que visa fortalecer o setor a partir da cooperação empresarial. Coordenado pela Secretaria Estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti), o Progredir atua junto à cadeia produtiva de derivados da cana-de-açúcar, dentre 11 segmentos produtivos, disponibilizando cursos de qualificação em gestão, acesso à certificação, consultorias e incentivando a cooperação.
O II Conbrac aconteceu no Fiesta Convention Center, promovido pela Federação Nacional das Associações dos Produtores de Cachaça (FENACA), com o apoio do Governo da Bahia.
Veja aqui reportagem sobre o II Cobrac.