29/05/2015
O relatório sugere também uma maior participação das universidades e dos movimentos sociais no desenvolvimento de TS e o fortalecimento das incubadoras de empreendimentos solidários, dentre outras demandas. I Encontro de TS da Bahia foi o realizado em dezembro passado no campus da Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS).
De acordo com o pró-reitor de Extensão da Universidade Federal do Recôncavo Baiano, Aelson Almeida, “essa discussão em prol das tecnologias sociais é muito recente na Bahia e apenas a partir de 2007 o governo estadual passou a fomentar esta área. Apenas agora as iniciativas começam a ganhar fôlego, mas ainda de forma inicial”, explicou.
O secretário Ildes Ferreira explicou que a Secti não tem economizado esforços em prol das TS, mas que é necessário também o empenho da sociedade civil organizada para que o movimento seja fortalecido. Ferreira solicitou aos representantes da Rede de Tecnologias Sociais um projeto de realização de oficinas para disseminação da cultura das tecnologias sociais nos Teritórios de Identidade da Bahia. “A Secti tem buscado fomentar o desenvolvimento e uso das tecnologias sociais, mas podemos fazer mais à medida que a sociedade demande por isso”, explicou.
Também participaram do ato de entrega do relatório representantes da ONG Movimento Trabalho e Liberdade (MTL), da Universidade Salvados (Unifacs), da UEFS, da Secretaria de Educação (SEC), do Centro de Educação Tecnológica (Ceteb), do Movimento Agroecológico Agrovida de Cruz das Almas, da Cooperativa de Reciclagem e Serviços do Subúrbio Ferroviário e da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia (Fapesb).
De acordo com o pró-reitor de Extensão da Universidade Federal do Recôncavo Baiano, Aelson Almeida, “essa discussão em prol das tecnologias sociais é muito recente na Bahia e apenas a partir de 2007 o governo estadual passou a fomentar esta área. Apenas agora as iniciativas começam a ganhar fôlego, mas ainda de forma inicial”, explicou.
O secretário Ildes Ferreira explicou que a Secti não tem economizado esforços em prol das TS, mas que é necessário também o empenho da sociedade civil organizada para que o movimento seja fortalecido. Ferreira solicitou aos representantes da Rede de Tecnologias Sociais um projeto de realização de oficinas para disseminação da cultura das tecnologias sociais nos Teritórios de Identidade da Bahia. “A Secti tem buscado fomentar o desenvolvimento e uso das tecnologias sociais, mas podemos fazer mais à medida que a sociedade demande por isso”, explicou.
Também participaram do ato de entrega do relatório representantes da ONG Movimento Trabalho e Liberdade (MTL), da Universidade Salvados (Unifacs), da UEFS, da Secretaria de Educação (SEC), do Centro de Educação Tecnológica (Ceteb), do Movimento Agroecológico Agrovida de Cruz das Almas, da Cooperativa de Reciclagem e Serviços do Subúrbio Ferroviário e da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia (Fapesb).