01/06/2015
O Atlas Eólico da Bahia foi apresentado no Encontro Nacional de Agentes do Setor Elétrico – Enase, realizado no Rio de Janeiro, com o objetivo de mostrar os resultados compilados da publicação protagonizados pelo Governo da Bahia, através das secretarias de Ciência, Tecnologia e Inovação e Infraestrutura, em parceria com o SENAI/CIMATEC e a empresa Camargo Schubert.
A diretora de Fortalecimento Tecnológico Empresarial da Secti, Telma Côrtes, explicou que os resultados do Atlas Eólico da Bahia indicam novas fronteiras do potencial do estado, com recursos abundantes e ventos regulares, distribuídos principalmente no semiárido baiano. “Considerando-se os locais com velocidades superiores a 7,0 m/s e a 150 m de altura, esse potencial alcança 195 GW, treze vezes superior a 14,5 GW, previsto em estudos anteriores”, disse a diretora.
O Atlas monitorou em tempo real os dados eólicos do estado, com a publicação de resultados de medições anemométricas em diversas localidades do território baiano, em alturas de até 150 metros. “É um patamar acima do que já se conhece até hoje, quando os novos equipamentos de captação de energia eólica já alcançam os 100 metros de altitude. No Estado, até o momento, as medições não ultrapassam 60 metros de altitude”, explica.
O ENASE 2014 apresentou o tema “Setor Elétrico Brasileiro: uma Visão 2014/2019”. No encontro foram discutidas questões relativas à política energética até o ano de 2019, com o foco no planejamento plurianual característico do setor elétrico, baseado na expansão da matriz elétrica para um horizonte de cinco anos à frente.
A diretora de Fortalecimento Tecnológico Empresarial da Secti, Telma Côrtes, explicou que os resultados do Atlas Eólico da Bahia indicam novas fronteiras do potencial do estado, com recursos abundantes e ventos regulares, distribuídos principalmente no semiárido baiano. “Considerando-se os locais com velocidades superiores a 7,0 m/s e a 150 m de altura, esse potencial alcança 195 GW, treze vezes superior a 14,5 GW, previsto em estudos anteriores”, disse a diretora.
O Atlas monitorou em tempo real os dados eólicos do estado, com a publicação de resultados de medições anemométricas em diversas localidades do território baiano, em alturas de até 150 metros. “É um patamar acima do que já se conhece até hoje, quando os novos equipamentos de captação de energia eólica já alcançam os 100 metros de altitude. No Estado, até o momento, as medições não ultrapassam 60 metros de altitude”, explica.
O ENASE 2014 apresentou o tema “Setor Elétrico Brasileiro: uma Visão 2014/2019”. No encontro foram discutidas questões relativas à política energética até o ano de 2019, com o foco no planejamento plurianual característico do setor elétrico, baseado na expansão da matriz elétrica para um horizonte de cinco anos à frente.