Instituto Recôncavo de Tecnologia atuará no Parque Tecnológico

28/05/2015
Pelo protocolo de intenções, caberá ao IRT atrair e contratar projetos junto à sua área de atuação, fortalecendo o sistema local de inovação, apoiar as ações voltadas à incubação de empresas e outras iniciativas correlatas no setor de TIC. O IRT se comprometeu ainda a apoiar a formação e a capacitação de pessoal na área de TIC.

Neste setor, o Instituto já assinou acordos de cooperação técnica com instituições como a Universidade Federal da Bahia (UFBA), a Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB) e o Centro de Federal de Educação Tecnológica (CEFET). Segundo o presidente do IRT, Mário Cezar Freitas, a instituição tem todo o interesse de se instalar no Parque Tecnológico de Salvador. “Nós estamos muito animados para ir para lá”, observou Freitas. Já o secretário estadual de C&T, Ildes Ferreira, acenou com a possibilidade de uma nova parceria com o IRT para formar uma equipe técnica para atuar nos Centros Vocacionais Tecnológicos Territoriais (CVTT). Conforme o secretário, até 2009, deverão ser instalados 12 novos CVTTS no Estado, voltados para a capacitação profissional e geração de novas tecnologias.

PARQUE TECNOLÓGICO – O Parque Tecnológico de Salvador abrigará um consórcio de pesquisas universitárias, incubadoras e empresas de base tecnológica. Será também um centro de convergência do Sistema Estadual de Inovação na Bahia, nas esferas pública, acadêmica e empresarial. Ele está sendo concebido em três eixos ou vias: a da inovação (como instrumento de atração de empresas), a da tecnologia (esfera institucional de suporte à interação entre universidades e empresas) e a da ciência (estratégia de fortalecimento da produção científica local).

As três área escolhidas para o TecnoVia – Biotecnologia, Energia e Tecnologia da Informação e da Comunicação – estão no foco de quase todos os parques tecnológicos do mundo, mas cada lugar prioriza as sub-áreas nas quais tenha mais potencial.

A Bahia tem vocação para a área de energia, então serão priorizadas pesquisas em petróleo e gás, energia solar, eólica e biocombustíveis. Na área de biotecnologia, o objetivo é estimular as pesquisas com células-tronco, desenvolvimento de novos fármacos, prospecção de biodiversidade, vacinas e kits para diagnóstico e produção agrícola.

Para as TICs, a expectativa é focar em conteúdos midiáticos para indústrias criativas, computação distribuída e plataformas de suporte ao desenvolvimento, ou seja, geração de tecnologia e automatização. Este setor inclusive está em amplo crescimento na economia brasileira com grande potencial para a geração de empregos de alto valor agregado.