28/05/2015
As lideranças de Mussurunga, Bairro da Paz e Vila Verde trouxeram primeiras impressões positivas sobre o Parque Tecnológico, que está com as obras de infra-estrutura iniciadas na Avenida Paralela. “Nossa expectativa é que a gente possa abranger quem tem mais necessidade e trazer benefícios para a nossa comunidade”, disse Joseph de Lima, de Vila Verde.
No Bairro da Paz já houve uma apresentação pública inicial do projeto, mas os representantes apontaram como a ação mais importante a adoção de estratégias de divulgação do empreendimento para que a comunidade possa ser incorporada ao Parque. “O Parque é de todos e o Governo quer construir este projeto com a comunidade, já que algo deste porte não pode ser feito apenas com o poder público. Queremos a sociedade engajada para que tenhamos uma ferramenta salutar para todos, do trabalhador ao empresário, passando pelo pesquisador”, avaliou o secretário de CT&I, Ildes Ferreira.
Na avaliação de Aroldo dos Santos, de Mussurunga, as pessoas precisam conhecer o projeto. “Especialmente os estudantes. Vamos botar na cabeça deles que estão mais abertos e podem colher mais frutos”. E completou: “não precisamos apenas de saneamento, nossa comunidade quer desenvolvimento e ficamos felizes com uma iniciativa deste porte na nossa vizinhança”.
O trabalho com as comunidades é visto como prioritário pelo projeto para que a tecnologia de ponta e as pesquisas que vão ser desenvolvidas no complexo possam trazer resultados diretos também para quem vai conviver com o Parque Tecnológico. Esses três bairros foram escolhidos inicialmente por estarem geograficamente muito próximos ao empreendimento.
No Bairro da Paz já houve uma apresentação pública inicial do projeto, mas os representantes apontaram como a ação mais importante a adoção de estratégias de divulgação do empreendimento para que a comunidade possa ser incorporada ao Parque. “O Parque é de todos e o Governo quer construir este projeto com a comunidade, já que algo deste porte não pode ser feito apenas com o poder público. Queremos a sociedade engajada para que tenhamos uma ferramenta salutar para todos, do trabalhador ao empresário, passando pelo pesquisador”, avaliou o secretário de CT&I, Ildes Ferreira.
Na avaliação de Aroldo dos Santos, de Mussurunga, as pessoas precisam conhecer o projeto. “Especialmente os estudantes. Vamos botar na cabeça deles que estão mais abertos e podem colher mais frutos”. E completou: “não precisamos apenas de saneamento, nossa comunidade quer desenvolvimento e ficamos felizes com uma iniciativa deste porte na nossa vizinhança”.
O trabalho com as comunidades é visto como prioritário pelo projeto para que a tecnologia de ponta e as pesquisas que vão ser desenvolvidas no complexo possam trazer resultados diretos também para quem vai conviver com o Parque Tecnológico. Esses três bairros foram escolhidos inicialmente por estarem geograficamente muito próximos ao empreendimento.