28/05/2015
Dentre outras culturas, serão produzidas mudas de bananas, resistentes ao mal do panamá e a Sigatoka amarela e negra (para os distritos irrigados do Estado), abacaxi (para repovoamento das áreas de criação de Coração de Maria, Conceição do jacuípe e ampliação do Pólo da Chapada Diamantina e Mundo Novo) e de sisal, para a regaião sisaleira da Bahia. Também serão produzidas mudas de cajueiro anão, para o Território Nordeste II, umbu gigante, umbu cajá e cajá, para o Território do São Francisco, maaracujá, acerola, maçã. Manga e citros, além essências florestais, para uso como reserva energética e medicinal. A Biofrábrica produzirá também mudas de arbustos para o melhoramento de pastagens.
As plantas serão produzidas por um sistema de clonagem, que permite produzir mudas com ciclo mais curto e de melhor qualidade, protegidas contra pragas e doenças. A implantação da Biofábrica foi discutida na tarde de hoje (dia 17) na Chácara Xavantes, da Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS), na estrada de São Gonçalo dos Campos, pelo secretário estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação, Ildes Ferreira e pelo Superintendente da Agricultura Familiar, da Secretaria Estadual de Agricultura, Irrigação e Reforma Agrária (Seagri), Ailton Florêncio e pelo reitor da UEFS, José Carlos Barreto.
A assinatura de um Termo de Compromisso Técnico, envolvendo também a Secretaria Estadual de Desenvolvimento e Integração Regional (Sedir) e o Centro de Educação Tecnológica da Bahia (CETEB), vai selar a implantação da Biofábrica. Segundo o reitor da UEFS, o empreendimento vem ao encontro dos interesses de pesquisa da instituição, sobretudo do curso de Recursos Genéticos Vegetais e do mestrado e doutorado de Botânica e Biotecnologia, devendo ainda reforçar a graduação em Ciências Agrárias. Já Ailton Florêncio informou que as mudas também servirão para a recuperação da mata ciliar e atender as demandas do Estado para apoio à Agricultura Familiar.
Conforme o secretário Ildes Ferreira, dentre outros gargalos, a implantação da Biofábrica vai, por exemplo, solucionar um grande problema dos produtores de banana de Bom Jesus da Lapa, obrigados a importar as mudas de outros Estados, como Minas Gerais. “Essas mudas, além de qualidade ruim, correm o risco de virem contaminadas, podendo danificar todo plantio”, observa Ferreira. Ele e Florência visitam ainda a fecularia da Fundação de Apoio ao Menor de Feira de Santana (FAMFS), que será reativada como um instrumento para revitalizar a mandioca na região. A Área que será beneficiada com a implantação da Biofábrica região do Semi-Árido abrange 264 pequenos e médios municípios da Bahia e abriga uma população de sete milhões de pessoas.
As plantas serão produzidas por um sistema de clonagem, que permite produzir mudas com ciclo mais curto e de melhor qualidade, protegidas contra pragas e doenças. A implantação da Biofábrica foi discutida na tarde de hoje (dia 17) na Chácara Xavantes, da Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS), na estrada de São Gonçalo dos Campos, pelo secretário estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação, Ildes Ferreira e pelo Superintendente da Agricultura Familiar, da Secretaria Estadual de Agricultura, Irrigação e Reforma Agrária (Seagri), Ailton Florêncio e pelo reitor da UEFS, José Carlos Barreto.
A assinatura de um Termo de Compromisso Técnico, envolvendo também a Secretaria Estadual de Desenvolvimento e Integração Regional (Sedir) e o Centro de Educação Tecnológica da Bahia (CETEB), vai selar a implantação da Biofábrica. Segundo o reitor da UEFS, o empreendimento vem ao encontro dos interesses de pesquisa da instituição, sobretudo do curso de Recursos Genéticos Vegetais e do mestrado e doutorado de Botânica e Biotecnologia, devendo ainda reforçar a graduação em Ciências Agrárias. Já Ailton Florêncio informou que as mudas também servirão para a recuperação da mata ciliar e atender as demandas do Estado para apoio à Agricultura Familiar.
Conforme o secretário Ildes Ferreira, dentre outros gargalos, a implantação da Biofábrica vai, por exemplo, solucionar um grande problema dos produtores de banana de Bom Jesus da Lapa, obrigados a importar as mudas de outros Estados, como Minas Gerais. “Essas mudas, além de qualidade ruim, correm o risco de virem contaminadas, podendo danificar todo plantio”, observa Ferreira. Ele e Florência visitam ainda a fecularia da Fundação de Apoio ao Menor de Feira de Santana (FAMFS), que será reativada como um instrumento para revitalizar a mandioca na região. A Área que será beneficiada com a implantação da Biofábrica região do Semi-Árido abrange 264 pequenos e médios municípios da Bahia e abriga uma população de sete milhões de pessoas.