01/06/2015
niciativa do Banco Nacional do Desenvolvimento (BNDES), o Criatec é um fundo administrado pelo Instituto de Inovação (MG) e pela Antera Gestão de Recursos S.A.(RJ) que faz investimentos de longo prazo em projetos, empresas e empreendimentos focados em tecnologias inovadoras, inclusive em estágio zero (ainda não iniciados ou sem faturamento). Criado em 2007, o fundo foi composto com R$ 100 milhões, recursos provenientes do BNDES (80%) e Banco do Nordeste – BNB (20%).
Com investimentos de até R$ 1,5 milhão, o Criatec se torna sócio da oportunidade, fazendo o aporte de recursos em troca de participação acionária em micro e pequenos empreendimentos, com faturamento de até R$ 6 milhões por ano. Se o empreendedor cuja proposta for aprovada ainda não tiver uma empresa formalizada, o Criatec o ajuda a criar a pessoa jurídica para receber o aporte.
Além do investimento, o Criatec participa ativamente da gestão das empresas, dando suporte estratégico e gerencial, ajudando na seleção e formação da equipe, definindo metas e acompanhando os resultados, visando a aceleração do negócio.
Segundo o representante do Criatec em Salvador, Gustavo Motta, 24 empresas tiveram projetos aprovados pelo fundo e mais de 10 já receberam recursos. “As empresas são basicamente das regiões sul e sudeste, mas já temos participação do Pará, Ceará e Pernambuco. Queremos despertar esse interesse na Bahia e aproveitar o potencial do estado. Hoje, financiamos inovações em diversas áreas do conhecimento como tecnologia da informação, biotecnologia e novos materiais”, informou.
“O retorno ocorre no momento da venda da participação do Criatec para um investidor estratégico, que pode ser um grande cliente da empresa ou um fundo de investimento em médias empresas. Nossa saída do empreendimento pode variar de dois a dez anos após o investimento”, explica Motta.
Estímulo à competitividade
“Queremos reposicionar a Bahia no setor de tecnologia e inovação, fomentando o desenvolvimento da economia, estimulando a competitividade da empresas, com mais valor agregado e investimento no empreendedorismo”, comenta o secretário estadual de CT&I, Eduardo Ramos.
Para a diretora-geral da Fapesb, Dora Leal, o investimento em micro e pequenos empreendimentos é um mecanismo eficiente de geração de emprego e renda. “Os fundos de capital semente dão oportunidade para os menores crescerem. A diversificação da economia é importante tanto na Bahia como em qualquer lugar do mundo, para a descentralização da riqueza”, observa a diretora. “A Fapesb aposta na participação efetiva das universidades e centros de pesquisa como forma de desenvolver o sistema de inovação do nosso estado”, conclui Dora Leal.
O capital-semente se refere ao investimento em empresas e empreendimentos inovadores que ainda estão no estágio embrionário de desenvolvimento, com elevado potencial de retorno apesar dos riscos envolvidos. As análises de potencial e risco são feitas com métodos próprios, a partir do conhecimento prático.
”Muito mais que dinheiro, fundos como o Criatec aportam experiência na gestão profissional de empresas nascentes de base tecnológica”, explica Elias de Souza, diretor de inovação da Fapesb. “As empresas ganham com práticas e ferramentas bem-sucedidas, redes de contatos, visão estratégica e formação de equipe”, completa o diretor.
A Fapesb colaborou para a vinda do Criatec à Bahia fazendo um levantamento de empresas e projetos de base tecnológica que tenham potencial para receber esse aporte de recursos. Para o diretor Elias de Souza, a expectativa é que a iniciativa do Criatec, aliada às ações do Programa Empreende Bahia, desenvolvido pela Fapesb, consolide micro e pequenas empresas inovadoras no estado. Através do edital PAPPE Subvenção, a Fapesb apoiou este ano com recursos não-reembolsáveis 41 projetos de pesquisa em empresas desenvolvidos por pesquisadores atuantes na Bahia. Deste total, 14 são empresas incubadas em universidades estaduais e federais, a partir de projetos criados por alunos e professores em áreas como engenharia e tecnologia da informação e comunicação (TIC).
Com investimentos de até R$ 1,5 milhão, o Criatec se torna sócio da oportunidade, fazendo o aporte de recursos em troca de participação acionária em micro e pequenos empreendimentos, com faturamento de até R$ 6 milhões por ano. Se o empreendedor cuja proposta for aprovada ainda não tiver uma empresa formalizada, o Criatec o ajuda a criar a pessoa jurídica para receber o aporte.
Além do investimento, o Criatec participa ativamente da gestão das empresas, dando suporte estratégico e gerencial, ajudando na seleção e formação da equipe, definindo metas e acompanhando os resultados, visando a aceleração do negócio.
Segundo o representante do Criatec em Salvador, Gustavo Motta, 24 empresas tiveram projetos aprovados pelo fundo e mais de 10 já receberam recursos. “As empresas são basicamente das regiões sul e sudeste, mas já temos participação do Pará, Ceará e Pernambuco. Queremos despertar esse interesse na Bahia e aproveitar o potencial do estado. Hoje, financiamos inovações em diversas áreas do conhecimento como tecnologia da informação, biotecnologia e novos materiais”, informou.
“O retorno ocorre no momento da venda da participação do Criatec para um investidor estratégico, que pode ser um grande cliente da empresa ou um fundo de investimento em médias empresas. Nossa saída do empreendimento pode variar de dois a dez anos após o investimento”, explica Motta.
Estímulo à competitividade
“Queremos reposicionar a Bahia no setor de tecnologia e inovação, fomentando o desenvolvimento da economia, estimulando a competitividade da empresas, com mais valor agregado e investimento no empreendedorismo”, comenta o secretário estadual de CT&I, Eduardo Ramos.
Para a diretora-geral da Fapesb, Dora Leal, o investimento em micro e pequenos empreendimentos é um mecanismo eficiente de geração de emprego e renda. “Os fundos de capital semente dão oportunidade para os menores crescerem. A diversificação da economia é importante tanto na Bahia como em qualquer lugar do mundo, para a descentralização da riqueza”, observa a diretora. “A Fapesb aposta na participação efetiva das universidades e centros de pesquisa como forma de desenvolver o sistema de inovação do nosso estado”, conclui Dora Leal.
O capital-semente se refere ao investimento em empresas e empreendimentos inovadores que ainda estão no estágio embrionário de desenvolvimento, com elevado potencial de retorno apesar dos riscos envolvidos. As análises de potencial e risco são feitas com métodos próprios, a partir do conhecimento prático.
”Muito mais que dinheiro, fundos como o Criatec aportam experiência na gestão profissional de empresas nascentes de base tecnológica”, explica Elias de Souza, diretor de inovação da Fapesb. “As empresas ganham com práticas e ferramentas bem-sucedidas, redes de contatos, visão estratégica e formação de equipe”, completa o diretor.
A Fapesb colaborou para a vinda do Criatec à Bahia fazendo um levantamento de empresas e projetos de base tecnológica que tenham potencial para receber esse aporte de recursos. Para o diretor Elias de Souza, a expectativa é que a iniciativa do Criatec, aliada às ações do Programa Empreende Bahia, desenvolvido pela Fapesb, consolide micro e pequenas empresas inovadoras no estado. Através do edital PAPPE Subvenção, a Fapesb apoiou este ano com recursos não-reembolsáveis 41 projetos de pesquisa em empresas desenvolvidos por pesquisadores atuantes na Bahia. Deste total, 14 são empresas incubadas em universidades estaduais e federais, a partir de projetos criados por alunos e professores em áreas como engenharia e tecnologia da informação e comunicação (TIC).