16/07/2016
Dentre as dezenas de pessoas que ocuparam a plateia do Salão Nobre da Reitoria da Universidade Federal da Bahia (Ufba) para assistir a palestra Organização da Pesquisa no Século XXI, na noite desta sexta-feira (15), estava o titular da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do Estado (Secti), Manoel Mendonça.
O evento faz parte do congresso que celebra os 70 anos da instituição de ensino federal e reúne cerca de 200 apresentações, entre mesas, fóruns, intervenções artísticas e práticas integrativas de saúde. O painel desta noite foi apresentado pelos professores Helena Nader, Hernan Caimovich e Jailson Bittencourt de Andrade e tratou das metodologias e planejamentos necessários para a elaboração de uma boa pesquisa e dos conceitos relativos à ciência e à inovação.
Helena fez questão de salientar a “importância de uma infraestrutura adequada para a realização da pesquisa, inclusive alertando para a necessidade de construção de mais laboratórios nacionais multiusuários”. As explanações sobre ciência ficaram a cargo de Hernan. O professor lembrou que, no Brasil, “não há estado em que não exista um grupo que tenha criado uma solução inovadora, apesar do pouco investimento no setor, se comparado a outras áreas”. Jaílson fechou a palestra citando a “educação como o motor que engrena a ciência, a pesquisa e, por fim, a inovação”.
Da primeira fileira, Mendonça falou à mesa e aos presentes que “a sociedade precisa levar a ciência e a tecnologia para o patamar da inovação, em nossas indústrias”, rememorando que “esta transformação ainda não acontece na escala que deveria, sem condizer com a grande capacidade do país “.
No domingo (17), às 14h, é a vez de Manoel Mendonça inverter os papéis: da plateia, ele pula para o palco e vai conduzir a palestra O Papel da Secti e a Ufba, que faz um apanhado da relação construída, ao longo dos anos, entre as duas entidades e os bons resultados que essa parceria tem trazido. Essa exposição acontece no auditório da Escola de Medicina Veterinária e Zootecnia da Ufba.
O evento faz parte do congresso que celebra os 70 anos da instituição de ensino federal e reúne cerca de 200 apresentações, entre mesas, fóruns, intervenções artísticas e práticas integrativas de saúde. O painel desta noite foi apresentado pelos professores Helena Nader, Hernan Caimovich e Jailson Bittencourt de Andrade e tratou das metodologias e planejamentos necessários para a elaboração de uma boa pesquisa e dos conceitos relativos à ciência e à inovação.
Helena fez questão de salientar a “importância de uma infraestrutura adequada para a realização da pesquisa, inclusive alertando para a necessidade de construção de mais laboratórios nacionais multiusuários”. As explanações sobre ciência ficaram a cargo de Hernan. O professor lembrou que, no Brasil, “não há estado em que não exista um grupo que tenha criado uma solução inovadora, apesar do pouco investimento no setor, se comparado a outras áreas”. Jaílson fechou a palestra citando a “educação como o motor que engrena a ciência, a pesquisa e, por fim, a inovação”.
Da primeira fileira, Mendonça falou à mesa e aos presentes que “a sociedade precisa levar a ciência e a tecnologia para o patamar da inovação, em nossas indústrias”, rememorando que “esta transformação ainda não acontece na escala que deveria, sem condizer com a grande capacidade do país “.
No domingo (17), às 14h, é a vez de Manoel Mendonça inverter os papéis: da plateia, ele pula para o palco e vai conduzir a palestra O Papel da Secti e a Ufba, que faz um apanhado da relação construída, ao longo dos anos, entre as duas entidades e os bons resultados que essa parceria tem trazido. Essa exposição acontece no auditório da Escola de Medicina Veterinária e Zootecnia da Ufba.