16/12/2016
Quem está, de algum modo, envolvido no segmento de startups que desenvolvem negócios de base tecnológica sabe que se trata de uma atividade de alto risco. Foi buscando, justamente, aumentar as probabilidades de se tornarem bem-sucedidas que cinco empresas disputaram vagas e, na tarde desta sexta-feira (16), chegaram ao penúltimo passo do processo de instalação no equipamento. Na ocasião, foi realizado um encontro informal com o titular da Secretaria de Ciência Tecnologia e Inovação do Estado (Secti), Manoel Mendonça, e outro gestores do órgão.
MH2 (engenharia); Saúde Via Net (tecnologia da informação); Unic (jogos e animações); Midia Caps (engenharia) e SRD - Soluções em Gestão Organizacional (consultoria e treinamento) tiveram os projetos selecionados pela segunda rodada da Chamada Pública de 001/2015, viabilizada e divulgada pela Secti, por meio da Áity Incubadora do Parque, em outubro deste ano. O órgão estadual é responsável, atualmente, pela administração do equipamento.
Com a chegada definitiva das novatas, que devem receber a chave das salas em janeiro próximo, a Áity Incubadora do Parque – criada para dar suporte e viabilizar o amadurecimento dessas empresas – passa a ofertar serviços para 21 startups, de forma coletiva e individual. A Trilha de Atendimento Áity, inclui mentoria, consultoria in company, assessoria jurídica e capacitações em planejamento estratégico e de marketing. “Apesar de estar em andamento, todas as novas empresas poderão ser beneficiadas, após passarem pela fase de nivelamento”, esclarece Antônio Rocha, coordenador da incubadora.
Esse apoio é dado por até três anos e o período varia, uma vez que as startups podem chegar à maturidade, a depender do negócio e do mercado, antes do previsto. “A taxa de incubadas do Parque que atingem o sucesso é bastante satisfatória e nós temos exemplos de empresas que, hoje, vendem produtos para diversos países”, comemora Mendonça.
Notadamente, um dos mais importantes centros de convergência do ecossistema de inovação baiano, o Parque Tecnológico, atualmente, abriga, além da incubadora e incubadas, empresas residentes, instituições federais, laboratórios e centros de pesquisa. “Afora a estrutura física, tecnológica e intelectual inerentes ao Parque, o equipamento permite que a gente receba, constantemente, informações sobre o que há de mais inovador relacionado ao mundo das startups. Esperamos que essa combinação nos ajude a alcançar o sucesso”, torce Guido Scardua, sócio-diretor da SRD.
MH2 (engenharia); Saúde Via Net (tecnologia da informação); Unic (jogos e animações); Midia Caps (engenharia) e SRD - Soluções em Gestão Organizacional (consultoria e treinamento) tiveram os projetos selecionados pela segunda rodada da Chamada Pública de 001/2015, viabilizada e divulgada pela Secti, por meio da Áity Incubadora do Parque, em outubro deste ano. O órgão estadual é responsável, atualmente, pela administração do equipamento.
Com a chegada definitiva das novatas, que devem receber a chave das salas em janeiro próximo, a Áity Incubadora do Parque – criada para dar suporte e viabilizar o amadurecimento dessas empresas – passa a ofertar serviços para 21 startups, de forma coletiva e individual. A Trilha de Atendimento Áity, inclui mentoria, consultoria in company, assessoria jurídica e capacitações em planejamento estratégico e de marketing. “Apesar de estar em andamento, todas as novas empresas poderão ser beneficiadas, após passarem pela fase de nivelamento”, esclarece Antônio Rocha, coordenador da incubadora.
Esse apoio é dado por até três anos e o período varia, uma vez que as startups podem chegar à maturidade, a depender do negócio e do mercado, antes do previsto. “A taxa de incubadas do Parque que atingem o sucesso é bastante satisfatória e nós temos exemplos de empresas que, hoje, vendem produtos para diversos países”, comemora Mendonça.
Notadamente, um dos mais importantes centros de convergência do ecossistema de inovação baiano, o Parque Tecnológico, atualmente, abriga, além da incubadora e incubadas, empresas residentes, instituições federais, laboratórios e centros de pesquisa. “Afora a estrutura física, tecnológica e intelectual inerentes ao Parque, o equipamento permite que a gente receba, constantemente, informações sobre o que há de mais inovador relacionado ao mundo das startups. Esperamos que essa combinação nos ajude a alcançar o sucesso”, torce Guido Scardua, sócio-diretor da SRD.