16/02/2017
Uma das principais marcas da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do Estado (Secti) é promover a articulação entre entidades com papel determinante para o desenvolvimento da Bahia. Por vezes, essa instituição não precisa ser, necessariamente, baiana. É o caso da Mobilis, startup catarinense, cujos sócios participaram, na tarde desta quarta-feira (15), de uma reunião nas instalações do Senai Cimatec, instituição parceira da Secretaria, a fim de estudar a possibilidade de se instalar no local.
No encontro, que contou com a presença de representantes da Secti, os sócios da Mobilis – Mahatma Marostica, Paulo Zanetti e César Sala – iniciaram uma conversa com diversos profissionais do Senai, dentre eles Flávio Marinho, gestor da Incubadora de Base Tecnológica do Senai. Além da reunião, foi promovida uma visita guiada pelos laboratórios do Senai, principalmente aqueles com atividades relacionadas ao desenvolvimento dos veículos elétricos, a exemplo de automação, software eletrônica.
A Mobilis está prestes a lançar um veículo elétrico com design ergonômico e funcional e tem interesse que o Senai seja um ator que barateie a produção dos itens, criando um microfábrica no local. “Ao vir para cá, queremos acelerar nosso modelo de negócio, pois podemos contar com diversas melhorias, inclusive à ferramentaria e aos laboratórios”, enumera Marostica.
No encontro, que contou com a presença de representantes da Secti, os sócios da Mobilis – Mahatma Marostica, Paulo Zanetti e César Sala – iniciaram uma conversa com diversos profissionais do Senai, dentre eles Flávio Marinho, gestor da Incubadora de Base Tecnológica do Senai. Além da reunião, foi promovida uma visita guiada pelos laboratórios do Senai, principalmente aqueles com atividades relacionadas ao desenvolvimento dos veículos elétricos, a exemplo de automação, software eletrônica.
A Mobilis está prestes a lançar um veículo elétrico com design ergonômico e funcional e tem interesse que o Senai seja um ator que barateie a produção dos itens, criando um microfábrica no local. “Ao vir para cá, queremos acelerar nosso modelo de negócio, pois podemos contar com diversas melhorias, inclusive à ferramentaria e aos laboratórios”, enumera Marostica.