02/08/2019
Aconteceu na manhã desta sexta-feira (2), a Maratona de Inovação da Fundação Estatal Saúde da Família (Fesf-SUS), no auditório do Iguatemi Business Flat, localizado no Caminho das Árvores. O encontro reuniu diversos representantes da área de saúde e inovação, com o objetivo de apresentar novas propostas para tornar o atendimento no Sistema Único de Saúde (SUS) mais eficiente e acessível.
Entre os membros convidados para a ocasião estavam o diretor geral da Fesf, Carlos Alberto Trindade, o superintendente da gestão e inovação da Secretaria da Administração (Saeb), Anderson Vasconcelos, o diretor de Ciência Tecnologia e Inovação da Fesf (FesfTech), Alisson Sousa e a secretária de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti), Adélia Pinheiro. Em seu discurso, a secretária chamou atenção para o fato de a saúde ser um direito do cidadão, sendo necessária a união entre diversos setores para entregar este direito à sociedade de maneira efetiva. “A inovação vem quando olhamos para o óbvio e não nos conformamos com ele. É preciso fazer diferente para que possamos colher melhores frutos no futuro”, destacou.
Além disso, Adélia ressaltou a importância da CT&I como um meio para melhorar as condições de saúde na Bahia. “A ciência, tecnologia e inovação militam em uma área viva e por isso a Secti apoia e reconhece programas como este. Assim, o Observatório de CT&I, junto as conferências estaduais trazem a possibilidade de trabalhar na área da saúde com mais segurança e desse jeito aplicar novos projetos na sociedade”, explicou.
De acordo com Alisson Sousa, o Brasil passa por uma situação complicada do ponto de vista de investimento em projetos para saúde. “O momento é precário para o desenvolvimento desta pasta por, dentre outras coisas, não conseguir incluir minorias representativas como negros, índios e pessoas de baixa renda”, pontuou.
A Maratona contou com diversas etapas que contribuíram para a capacitação de trabalhadores em agentes de inovação que possuem a responsabilidade de observar e identificar demandas do SUS e, a partir disso, planejar soluções inovadoras. Ao longo das atividades, lideradas por Ana Pires, a desenvolvedora da metodologia “trilha clara”, que foi vivenciada entre os participantes, os novos agentes de inovação dialogaram sobre a capacidade de transformar problemas em desafios, a fim de buscar uma solução estratégica para empecilhos na área de saúde pública.