01/06/2015
Essa preocupação com o conforto térmico é o cerne da pesquisa “Clima urbano, planejamento urbano e mudanças climáticas”, aplicada em Salvador pelo Laboratório de Conforto Ambiental, do Mestrado em Engenharia Ambiental Urbana (MEAU), da Faculdade de Arquitetura da Universidade Federal da Bahia (UFBA). Para medir o conforto térmico da capital baiana, uma equipe multidisciplinar de estudantes de arquitetura, geografia, geociências, antropologia e outros cursos iniciou na tarde de hoje (dia 24), a aplicação de um questionário que investiga a sensação térmica dos freqüentadores de duas praças da cidade, a Praça da Piedade, no Centro, e a Praça Cayru, no Comércio.
Os trabalhos começaram pela Praça da Piedade. Amanhã será a vez da Praça Cayru. Os pesquisadores voltam à Piedade nos dias 28 de outubro, 27 de janeiro de 2010 e 25 de março do mesmo ano. Retornam à Praça Cayru em 29 de outubro, 28 de janeiro e 26 de março do próximo ano. A pesquisa está sendo realizada também pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e pelas Univerisdades de Kassel e Freiburg, na Alemanha, além da Espanha e da China. O objetivo é contribuir para a calibração de dois índices de conforto térmico – estado de espírito que demonstra a satisfação com o ambiente térmico que envolve as pessoas: o PET (Temperatura Fisiológica Equivalente, na sigla em inglês) e o Voto Médio estimado (PMV).
O PET é um índice de conforto térmico, como a temperatura equivalente à temperatura do ar na qual, em uma situação típica interna, o balanço térmico do corpo humano é mantido, com temperaturas do centro do corpo e da pele iguais às da situação em questão. O PMV avalia e prevê a sensação para qualquer combinação de uma pessoa, a vestimenta e quatro varáveis climáticas, que também estão sendo medidas pela pesquisa: temperatura do ar, temperatura do globo, velocidade do ar e umidade do ar. Os pesquisadores estão medindo ainda a radiação.
Diretora da Secretaria Estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti), que apóia a pesquisa, a professora Telma Andrade explica que “o resultado do projeto poderá contribuir para um desenvolvimento urbano mais sustentável e comprometido com a preservação e a utilização racional de recursos naturais do clima, para adequação ambiental dos espaços urbanos”.
Uma das coordenadoras da pesquisa, a professora Jussana Nery, do MEAU da Faculdade de Arquitetura da UFBA, disse que os pesquisadores trabalham com a hipótese de que tanto o clima das cidades vai interferir no clima global e vice-versa. Segundo ela, em março de 2008 a temperatura de salvador atingiu 35,2º para uma média histórica de 29º no mesmo mês de anos anteriores. “O clima urbano é uma fator de qualidade de vida. Salvador apresenta um problema à parte, pois não tem mais área de expansão e as áreas verdes são residuais”, observou Jussana.
Os trabalhos começaram pela Praça da Piedade. Amanhã será a vez da Praça Cayru. Os pesquisadores voltam à Piedade nos dias 28 de outubro, 27 de janeiro de 2010 e 25 de março do mesmo ano. Retornam à Praça Cayru em 29 de outubro, 28 de janeiro e 26 de março do próximo ano. A pesquisa está sendo realizada também pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e pelas Univerisdades de Kassel e Freiburg, na Alemanha, além da Espanha e da China. O objetivo é contribuir para a calibração de dois índices de conforto térmico – estado de espírito que demonstra a satisfação com o ambiente térmico que envolve as pessoas: o PET (Temperatura Fisiológica Equivalente, na sigla em inglês) e o Voto Médio estimado (PMV).
O PET é um índice de conforto térmico, como a temperatura equivalente à temperatura do ar na qual, em uma situação típica interna, o balanço térmico do corpo humano é mantido, com temperaturas do centro do corpo e da pele iguais às da situação em questão. O PMV avalia e prevê a sensação para qualquer combinação de uma pessoa, a vestimenta e quatro varáveis climáticas, que também estão sendo medidas pela pesquisa: temperatura do ar, temperatura do globo, velocidade do ar e umidade do ar. Os pesquisadores estão medindo ainda a radiação.
Diretora da Secretaria Estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti), que apóia a pesquisa, a professora Telma Andrade explica que “o resultado do projeto poderá contribuir para um desenvolvimento urbano mais sustentável e comprometido com a preservação e a utilização racional de recursos naturais do clima, para adequação ambiental dos espaços urbanos”.
Uma das coordenadoras da pesquisa, a professora Jussana Nery, do MEAU da Faculdade de Arquitetura da UFBA, disse que os pesquisadores trabalham com a hipótese de que tanto o clima das cidades vai interferir no clima global e vice-versa. Segundo ela, em março de 2008 a temperatura de salvador atingiu 35,2º para uma média histórica de 29º no mesmo mês de anos anteriores. “O clima urbano é uma fator de qualidade de vida. Salvador apresenta um problema à parte, pois não tem mais área de expansão e as áreas verdes são residuais”, observou Jussana.