28/05/2015
Uma das principais características do Software Livre é a possibilidade de personalização das ferramentas para adequá-las às necessidades específicas dos usuários e projetos, tendo em vista a disponibilidade do código-fonte. Permitindo, assim, maior segurança da informação e menor dependência tecnológica.
Considerando que as ferramentas baseadas no conceito de Software Livre contam com comunidades organizadas que possibilitam ciclos de correções mais eficazes e rápidos (comparando com as soluções proprietárias), entende-se que oferecem maior segurança e estabilidade aos ambientes computacionais.
Neste contexto, o objetivo geral deste projeto é possibilitar a adoção da tecnologia de Software Livre no âmbito da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do Estado da Bahia, tendo-se como objetivos específicos:
Maior sinergia com a atual política de Software Livre do Governo Federal;
Redirecionamento de recursos destinados à aquisição e manutenção de licenças de uso de software proprietário para outros fins, a exemplo da qualificação e capacitação de recursos humanos;
Compatibilidade das necessidades do Estado em termos de ferramentas de TI com os limites orçamentários;
Fomento do mercado de Software Livre, incentivando outras iniciativas e o desenvolvimento tecnológico do Estado da Bahia.
Fases do Projeto
O Projeto de Software Livre na SECTI (Voe Livre) está dividido em 4 fases, conforme apresentado em framework e descritivo abaixo:
1. Migração de Aplicativos de Escritório
2. Migração de Aplicativos Específicos
3. Migração de Sistemas Corporativos
4. Migração de Sistema Operacional
A SECTI está, neste momento, implementando a primeira fase (migração de aplicativos de escritório) cuja principal característica é a substituição do Microsoft Office pelo BrOffice em todas as estações de trabalho. Estudos preliminares sinalizam uma economia inicial de R$ 70 mil com esta implementação. Essa iniciativa da SECTI está alinhada com o movimento de Software Livre coordenado pelo FORTIC e com as ações de desenvolvimento tecnológico da PRODEB.
Considerando que as ferramentas baseadas no conceito de Software Livre contam com comunidades organizadas que possibilitam ciclos de correções mais eficazes e rápidos (comparando com as soluções proprietárias), entende-se que oferecem maior segurança e estabilidade aos ambientes computacionais.
Neste contexto, o objetivo geral deste projeto é possibilitar a adoção da tecnologia de Software Livre no âmbito da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do Estado da Bahia, tendo-se como objetivos específicos:
Maior sinergia com a atual política de Software Livre do Governo Federal;
Redirecionamento de recursos destinados à aquisição e manutenção de licenças de uso de software proprietário para outros fins, a exemplo da qualificação e capacitação de recursos humanos;
Compatibilidade das necessidades do Estado em termos de ferramentas de TI com os limites orçamentários;
Fomento do mercado de Software Livre, incentivando outras iniciativas e o desenvolvimento tecnológico do Estado da Bahia.
Fases do Projeto
O Projeto de Software Livre na SECTI (Voe Livre) está dividido em 4 fases, conforme apresentado em framework e descritivo abaixo:
1. Migração de Aplicativos de Escritório
2. Migração de Aplicativos Específicos
3. Migração de Sistemas Corporativos
4. Migração de Sistema Operacional
A SECTI está, neste momento, implementando a primeira fase (migração de aplicativos de escritório) cuja principal característica é a substituição do Microsoft Office pelo BrOffice em todas as estações de trabalho. Estudos preliminares sinalizam uma economia inicial de R$ 70 mil com esta implementação. Essa iniciativa da SECTI está alinhada com o movimento de Software Livre coordenado pelo FORTIC e com as ações de desenvolvimento tecnológico da PRODEB.