29/05/2015
Os recursos são provenientes dos editais do Programa de Apoio à Pesquisa em Empresa – PAPPE Subvenção, que tem R$ 10 milhões, e do Pesquisador na Empresa, que conta com R$ 1 milhão. Os editais estão disponíveis no portal da Fapesb – Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia (www.fapesb.ba.gov.br). As propostas para ambos os instrumentos podem ser submetidas até o próximo dia 30 de abril.
Própolis eficaz contra a dengue – Algumas experiências apoiadas em edições anteriores já vêm dando resultados, como é o caso da Naturapi, empresa que tem como matéria-prima a própolis. Com a contratação de três pesquisadores, sendo um pós-doutor, um mestre e um aluno de Graduação, a Naturapi tem aprimorado o uso medicinal do produto.
“Conseguimos bons resultados com a própolis, inclusive, contra a dengue, pois ela tem comprovada atividade anti-hemorrágica e antiviral”, explica o empresário José Elpídio Cerqueira. Ainda segundo Cerqueira, o uso da própolis ultrapassa a medicina e chega até a indústria cosmética – na fabricação de xampus e protetores solares – e a agricultura – na substituição dos agrotóxicos por repelentes naturais, que, além de afastarem as pragas, fortalecem o sistema imunológico das plantas.
Empresa apoiada tem clientes nos EUA – Outra experiência apoiada pela Fapesb que já vem dando resultados positivos é o software desenvolvido pela Via Móbile, empresa que, apesar de recém-criada (2006), já tem clientes fora do estado e até do país. O sistema de envio e gerenciamento de SMS (mensagem de texto via celular) despertou o interesse de uma empresa norte-americana que cuida do relacionamento entre clínicas dentárias nos EUA, Europa e Oceania e seus clientes.
Com o programa desenvolvido na Bahia, os cerca de 1.200 pacientes das 200 clínicas recebem em seus celulares mensagens lembrando-os das datas das consultas ou parabenizando-os na época do seu aniversário. “Mesmo tendo empresas que façam um trabalho similar ao nosso nos Estados Unidos, acredito que eles nos contrataram porque conseguimos desenvolver um programa sob medida para a necessidade deles num tempo recorde”, explica o empresário Jacques Chicourel.
Conhecimento com aplicabilidade prática – “Iniciativas como o PAPPE Subvenção e o Pesquisador na Empresa têm o intuito de fazer com que o conhecimento gerado em empresas, universidades e centros de pesquisa converta-se em valores econômicos e sociais”, explica o diretor de Inovação da Fapesb, Elias Ramos de Souza. Também de acordo com Souza, é indispensável que o empresariado baiano comece a se familiarizar com a elaboração de propostas. “É preciso que as empresas se qualifiquem para terem seus projetos enquadrados e receberem os recursos”, completa.
Para o secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação do Estado, Ildes Ferreira, as áreas de CT&I estão vivendo um momento ímpar na Bahia. “Estamos cada vez mais empenhados na atração de investimentos federais. Isso inclui a nossa busca por fazer com que sejam revistos os critérios para a distribuição de recursos para os estados, principalmente porque o Nordeste e o Norte precisam de mais incentivos”, afirma.
O PAPPE tem como parceiro a Finep – Financiadora de Estudos e Projetos, já o Edital Pesquisador na Empresa conta com a parceria do CNPq – Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico.
Própolis eficaz contra a dengue – Algumas experiências apoiadas em edições anteriores já vêm dando resultados, como é o caso da Naturapi, empresa que tem como matéria-prima a própolis. Com a contratação de três pesquisadores, sendo um pós-doutor, um mestre e um aluno de Graduação, a Naturapi tem aprimorado o uso medicinal do produto.
“Conseguimos bons resultados com a própolis, inclusive, contra a dengue, pois ela tem comprovada atividade anti-hemorrágica e antiviral”, explica o empresário José Elpídio Cerqueira. Ainda segundo Cerqueira, o uso da própolis ultrapassa a medicina e chega até a indústria cosmética – na fabricação de xampus e protetores solares – e a agricultura – na substituição dos agrotóxicos por repelentes naturais, que, além de afastarem as pragas, fortalecem o sistema imunológico das plantas.
Empresa apoiada tem clientes nos EUA – Outra experiência apoiada pela Fapesb que já vem dando resultados positivos é o software desenvolvido pela Via Móbile, empresa que, apesar de recém-criada (2006), já tem clientes fora do estado e até do país. O sistema de envio e gerenciamento de SMS (mensagem de texto via celular) despertou o interesse de uma empresa norte-americana que cuida do relacionamento entre clínicas dentárias nos EUA, Europa e Oceania e seus clientes.
Com o programa desenvolvido na Bahia, os cerca de 1.200 pacientes das 200 clínicas recebem em seus celulares mensagens lembrando-os das datas das consultas ou parabenizando-os na época do seu aniversário. “Mesmo tendo empresas que façam um trabalho similar ao nosso nos Estados Unidos, acredito que eles nos contrataram porque conseguimos desenvolver um programa sob medida para a necessidade deles num tempo recorde”, explica o empresário Jacques Chicourel.
Conhecimento com aplicabilidade prática – “Iniciativas como o PAPPE Subvenção e o Pesquisador na Empresa têm o intuito de fazer com que o conhecimento gerado em empresas, universidades e centros de pesquisa converta-se em valores econômicos e sociais”, explica o diretor de Inovação da Fapesb, Elias Ramos de Souza. Também de acordo com Souza, é indispensável que o empresariado baiano comece a se familiarizar com a elaboração de propostas. “É preciso que as empresas se qualifiquem para terem seus projetos enquadrados e receberem os recursos”, completa.
Para o secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação do Estado, Ildes Ferreira, as áreas de CT&I estão vivendo um momento ímpar na Bahia. “Estamos cada vez mais empenhados na atração de investimentos federais. Isso inclui a nossa busca por fazer com que sejam revistos os critérios para a distribuição de recursos para os estados, principalmente porque o Nordeste e o Norte precisam de mais incentivos”, afirma.
O PAPPE tem como parceiro a Finep – Financiadora de Estudos e Projetos, já o Edital Pesquisador na Empresa conta com a parceria do CNPq – Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico.