01/06/2015
Com o apoio da Secretaria Estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti), e da Fapesb, foram implantados e aperfeiçoados núcleos de universidades federais, estaduais e privadas e centros de pesquisa como Embrapa, Fiocruz e Senai.
Participam do curso técnicos da Fapesb, Secti e Rede de Propriedade Intelectual e Transferência Tecnológica (REPITTec), dentre outros. A programação do curso incluiu palestras de técnicos do Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI), responsável legal pela proteção ao conhecimento e agente estratégico para contribuir com a inovação, o desenvolvimento e a soberania do país. Foram abordados quesitos essenciais para medir o grau de inovação local: propriedade intelectual, patentes, desenho industrial, indicação geográfica, proteção ao programa de informática (software), informação e transferência tecnológica.
Durante o curso houve espaço para cada NIT apoiado pela Secti e Fapesb apresentar seu relatório de atividades, mostrando os avanços e as tarefas a serem cumpridas. De um modo geral, os gestores revelaram a necessidade de se intensificar este apoio para fortalecer a cultura de inovação e empreendedorismo nos ambientes de pesquisa.
“Precisamos especializar nossos recursos humanos em gestão tecnológica e de inovação e criar disciplinas de empreendedorismo nas universidades, além de promover mais visitas técnicas a núcleos consolidados como os do sudeste e sul”, indica a socióloga Acácia Dias, vice-coordenadora do NIT da UEFS (Feira de Santana). “Graças ao edital da Fapesb conseguimos montar uma sede e formar uma agência de inovação com 18 pesquisadores multidisciplinares. Estamos contratando serviços de consultoria e capacitação e promovendo visitas a outros núcleos avançados e às demais unidades da universidade no interior”, informa Edísio Sousa, coordenador do NIT da Universidade Estadual da Bahia (Uneb), que recebeu R$ 300 mil para iniciar suas atividades.
“No Brasil há um descompasso muito grande entre a produção científica e o registro de patente. O fortalecimento à cultura empreendedora na Bahia é uma de nossas linhas de fomento”, explica o diretor de inovação da Fapesb, Elias de Souza. A formação de NITs em instituições científicas e tecnológicas (ICTs) está prevista nas leis estadual e federal de Inovação e tem como objetivo preservar a propriedade intelectual provendo o diálogo permanente entre os governos, universidades e setores produtivos.
Participam do curso técnicos da Fapesb, Secti e Rede de Propriedade Intelectual e Transferência Tecnológica (REPITTec), dentre outros. A programação do curso incluiu palestras de técnicos do Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI), responsável legal pela proteção ao conhecimento e agente estratégico para contribuir com a inovação, o desenvolvimento e a soberania do país. Foram abordados quesitos essenciais para medir o grau de inovação local: propriedade intelectual, patentes, desenho industrial, indicação geográfica, proteção ao programa de informática (software), informação e transferência tecnológica.
Durante o curso houve espaço para cada NIT apoiado pela Secti e Fapesb apresentar seu relatório de atividades, mostrando os avanços e as tarefas a serem cumpridas. De um modo geral, os gestores revelaram a necessidade de se intensificar este apoio para fortalecer a cultura de inovação e empreendedorismo nos ambientes de pesquisa.
“Precisamos especializar nossos recursos humanos em gestão tecnológica e de inovação e criar disciplinas de empreendedorismo nas universidades, além de promover mais visitas técnicas a núcleos consolidados como os do sudeste e sul”, indica a socióloga Acácia Dias, vice-coordenadora do NIT da UEFS (Feira de Santana). “Graças ao edital da Fapesb conseguimos montar uma sede e formar uma agência de inovação com 18 pesquisadores multidisciplinares. Estamos contratando serviços de consultoria e capacitação e promovendo visitas a outros núcleos avançados e às demais unidades da universidade no interior”, informa Edísio Sousa, coordenador do NIT da Universidade Estadual da Bahia (Uneb), que recebeu R$ 300 mil para iniciar suas atividades.
“No Brasil há um descompasso muito grande entre a produção científica e o registro de patente. O fortalecimento à cultura empreendedora na Bahia é uma de nossas linhas de fomento”, explica o diretor de inovação da Fapesb, Elias de Souza. A formação de NITs em instituições científicas e tecnológicas (ICTs) está prevista nas leis estadual e federal de Inovação e tem como objetivo preservar a propriedade intelectual provendo o diálogo permanente entre os governos, universidades e setores produtivos.