Ufba e Petrobras discutem criação de centro voltado para campos maduros de petróleo no Parque Tecnológico de Salvador

01/06/2015

A Ufba é um parceiro de primeira hora do Parque Tecnológico, em fase de construção na Avenida Paralela. O centro de desenvolvimento de tecnologia foi concebido como uma unidade de produção de serviços para a Petrobras dentro do TecnoBahia. Durante a visita ao Cenpes, será apresentado aos técnicos da Petrobras o projeto do Parque Tecnológico. O empreendimento será o principal instrumento de atração de pesquisa de ponta, abrigando um consórcio de pesquisas universitárias, incubadoras e empresas dae base tecnológica na Bahia. Representará também um centro de convergência do sistema estadual de inovação no Estado, nas esferas pública, acadêmica e empresarial.

No começo do ano, a Ufba já havia discutido com a Secretaria Estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti), responsável pela implantação do Parque Tecnológico, a possibilidade de instalação no TecnoBahia dos quatro Institutos de Ciência e Tecnologia (ICTs) de âmbito nacional, cujo projeto, no valor de R$ 18 milhões, foi aprovado pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). Dos quatros Institutos de Ciência e Tecnologia da Ufba aprovados pelo CNPq, dois contemplam a área de saúde, um o setor geofísica do petróleo e o outro o segmento de energia e ambiente.

COMITÊ GESTOR – Na audiência com o reitor, na sede da Secti, o secretário Eduardo Ramos solicitou a participação da Ufba na criação do Comitê Gestor do Parque Tecnológico, que deverá começar a ser formado já na próxima semana. “A Ufba tem uma instância das mais importantes para ajudar a definir o perfil de atuação e de organização do Parque Tecnológico como um organismo vivo”, observou Ramos.

O TecnoBahia é concebido em três eixos centrais: o da inovação (como instrumento de atração de empresas), da tecnologia (esfera institucional de suporte à interação entre universidades e empresas) e da ciência (estratégia de fortalecimento da produção científica). As áreas prioritárias serão Biotecnologia e Saúde, Energia e Ambiente, Tecnologia da Informação e da Comunicação, além de Cultura e Turismo.