O Parque Tecnológico não é um centro industrial, mas um complexo de unidades que produzem conhecimento. O resultado das empresas que vão se instalar nos 580 mil metros quadrados será o desenvolvimento de novos produtos e processos que façam a Bahia entrar no rol de locais do mundo que são inovadores. A natureza do trabalho nestes centros de pesquisa vai abrir vagas de trabalho com alto valor agregado, já que necessita empregar mestres, doutores e profissionais com grande experiência.
Mesmo ainda sem estar fisicamente pronto, o Parque Tecnológico já atrai os olhares para a Bahia. Universidades estrangeiras, empresas que investem em inovação e centros de pesquisa se aproximam e buscam informações, estudando a possibilidade de trazer unidades para o estado. A atividade do parque também terá forte integração com aquilo que está fora dos seus muros, como importantes centros de formação profissional e de pesquisa que hoje tem trabalhos reconhecidos no estado também serão parceiros e farão parte desta realidade.
Um empreendimento como o Parque Tecnológico exigirá investimentos perenes para que se consolide e cresça cada vez mais. Um dos grandes desafios é justamente garantir o fluxo de recursos contínuos para alimentar o sistema de inovação, já que esta é uma atividade que implica em risco por estarmos promovendo novos produtos, processos e serviços. O poder público tem feito investimentos fortes neste momento de implantação, nas três esferas de poder. Somando os aportes do Ministério da Ciência e Tecnologia, Governo da Bahia, através da Secti, e da Prefeitura Municipal de Salvador, que doou o terreno, são mais de R$ 90 milhões vindos dos dos cofres públicos.