29/05/2015
Em matéria de Ciência, Tecnologia e Inovação, o ano de 2012 pode ser considerado um divisor de águas para o desenvolvimento do estado, com importantes projetos consolidados e novos investimentos em andamento para o setor. O secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação do estado, Paulo Câmera, fala sobre as principais conquistas da Pasta no ano passado e revela que há muitas novidades para 2013.Confira.
P: Secretário, na sua avaliação, quais foram as principais conquistas alcançadas pela Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação em 2012?
O Governo da Bahia tem apostado cada vez mais firmemente em ações que ajudem a construir um novo futuro. Neste sentido, Ciência, Tecnologia e Inovação tornam-se estratégias essenciais, e o trabalho da Secti está voltado a articular academia, empresariado e poder público que, ao lado da comunidade, formam a hélice que impulsiona o crescimento. Em 2012 cresceram os investimentos do Governo do Estado voltados à promoção de projetos e programas científicos e tecnológicos na Bahia. Esta ação demonstra que acreditamos na inovação e pesquisa como instrumentos para o desenvolvimento socioeconômico. Podemos considerar que este ano foi muito importante para concretização das ações de Ciência, Tecnologia e Inovação no estado.
A inauguração do Parque Tecnológico foi sem dúvida um grande marco em 2012 e trouxe para a Bahia novas perspectivas para o conhecimento, a pesquisa e a inovação. O Parque Tecnológico tem a missão de contribuir para o desenvolvimento do Estado, com a criação de um centro de excelência em pesquisa aplicada, agrupando entidades públicas e privadas para avançarem na promoção e no empreendedorismo tecnológico como instrumento de transformação social e cultural.
Além disso, no ano passado investimos muito no setor de Tecnologia da Informação, indispensável para a evolução em tecnologia do estado e uma nova fonte de ampliação da economia local. Projetos estruturantes como Rede Banda Larga, Cidades Digitais, investimentos em capacitação dos jovens no setor e inclusão digital foram alguns dos pilares nos quais apostamos.
P: Entre os projetos que se concretizaram, sem dúvida o Parque Tecnológico tem um papel de destaque. Quais os frutos que já estão sendo colhidos a partir da inauguração deste equipamento?
Como fruto direto, podemos citar a instalação de empresas internacionalmente conceituadas, além de médias e pequenas empresas locais, instituições de pesquisa e universidades que já estão no Tecnocentro, desenvolvendo projetos de Pesquisa e Desenvolvimento, principalmente na área de Tecnologia da Informação e Comunicação. São elas: IBM, INDRA, SÁBIA, FRAUNHOFER, UNIGEL, SOFTWELL, ERICSON INOVAÇÃO, JUSBRASIL, PT INOVAÇÃO, GRUPO META, ZCR, LSITEC, PRODEB, UNICAMP, UFBA, IFBA e CETENE.
No campo das pequenas empresas, está instalada no quarto andar do Tecnocentro a Incubadora de Empresas do Parque Tecnológico da Bahia, que integra o Sistema Estadual de Incubação. A incubadora visa transformar ideias inovadoras em negócios de sucesso. Por um período de dois anos, podendo ser renováveis, as empresas incubadas têm acesso a serviços essenciais como orientação e consultoria, suporte tecnológico, marketing e assessoria financeira, dentre outros.
Atualmente, a Incubadora de Empresas do TECNOCENTRO possui nove microempresas instaladas. São elas: NNSOLUTIONS, BRUNIAN, EXA-M, IMAGO, MDS, MAQHIN, TELEDOCTOR, COMPOSITEC e KENYA.
No campo dos frutos indiretos, percebemos que criamos na Bahia um elemento essencial que faltava em nosso Sistema Local de Inovação, um Parque Tecnológico. Como desdobramento, percebe-se que o Parque Tecnológico da Bahia, apesar de ser um empreendimento recém-inaugurado, já está conseguindo mobilizar os atores essenciais ao processo de criação de habitats de inovação fortes e competitivos, ou seja, academia, governo e empresas inovadoras, gerando com isso um fortalecimento da cultura da inovação em nosso estado.
P: Em setembro, na inauguração do Parque Tecnológico, o senhor anunciou a implantação da segunda etapa. Como está o andamento das obras? Quando será inaugurado este novo prédio e que função ele vai exercer no Parque?
A segunda etapa do Parque será composta pelo Complexo de Equipamentos Dinamizadores que abrigará a mais completa infraestrutura de Laboratórios Compartilhados e Especializados, Biotérios, Espaço Interativo/Museu Mundo da Ciência, Escola de Iniciação Científica e área de entretenimento.
O projeto arquitetônico e executivo já foi concluído e nossa expectativa é de iniciar as obras no primeiro trimestre de 2013. Ele se desenvolve em aproximadamente 26 mil m², cuja maior complexidade e ênfase estão nos Laboratórios Compartilhados e Especializados, devido ao seu alto grau de especialização das instalações laboratoriais.
A proposta de infraestrutura laboratorial que será instalada no Parque se iguala às iniciativas de fomento tecnológico que se tem na região Sul e Sudeste, pois proporcionará a diversos grupos de pesquisadores desenvolverem seus estudos em um ambiente compartilhado e com as melhores e mais modernas infraestruturas em laboratórios.
Após a construção, esses laboratórios estarão aptos a operar dentro das normas internacionais de Boas Práticas de Laboratórios (BPL), com níveis de biossegurança do tipo NB1 e NB2, atendendo à Resolução RDC-17 da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), isto é, terão condições para ser certificados pelos órgãos competentes, para satisfazerem às solicitações de patentes que se seguirão às pesquisas aplicadas, foco central desses.
Atenção especial será dada aos estudos para aproveitar os recursos da biodiversidade, no desenvolvimento de pesquisa aplicada na produção de medicamentos, novas vacinas, cosméticos, alimentos, insumos derivados dos recursos naturais de forma sustentável, valorizando a diversidade dos biomas existentes na Bahia.
Como parte da estruturação dessa etapa, serão construídos dez laboratórios compartilhados e três laboratórios especializados. Para esta etapa, já existem 15 instituições com acordos assinados para o desenvolvimento de 14 plataformas e 30 linhas de pesquisa.
P: Uma das pesquisas de maior destaque diz respeito ao aproveitamento do sisal. Como surgiu o interesse da Secti de apoiar essas pesquisas? Quais foram as descobertas destes estudos?
A região sisaleira da Bahia é carente de tecnologias para manejo do sisal e de melhor aproveitamento do produto, no processo de desfibramento. Da massa foliar, somente 4% é aproveitado, em forma de fibras, para produção de artesanatos e cordoaria. Esta situação levou a Secti a apoiar atividades de pesquisas que pudessem levar melhor aproveitamento da planta (a fibra, o suco e a mucilagem) e, consequentemente, proporcionar ao produtor melhor rentabilidade no manejo do produto, para que possa ter mais qualidade de vida.
Pesquisas realizadas na Unesp, no campus de Assis, já orientam para o aproveitamento do suco do sisal, para produção de produtos contra a caspa, como bioinseticida no combate ao ácaro da leprose dos citros e, por sua ação antifúngica, poder ser usado na industria farmacológica, no controle da candidíase, através da produção de cremes. No convênio que será firmado com a Unicamp, em 2013, serão aprofundadas pesquisas para o uso do suco do sisal como anti-helmíntico, anti-inflamatório, cicatrizante e avaliação da sua atividade como anticancerígeno.
A mucilagem do sisal, atualmente sem nenhum aproveitamento, será usada como substrato na produção de cogumelos. Para este trabalho, existe pesquisa em andamento na Universidade de Viçosa e, em 2013, através de convênio com a UFRB, será iniciado projeto piloto para produção de cogumelos Pleurotus, em substrato de sisal. Para este fim, outras pesquisas serão desenvolvidas na Universidade de Sorocaba, em São Paulo.
Em parceria com o Senai/Cimatec, a Secti desenvolveu pesquisa para produção de móveis com compósitos de polímero e sisal, que podem ser usados na fabricação de móveis escolares, viáveis técnica e comercialmente. Entendimentos estão sendo realizados com órgãos da área educacional para o uso das cadeiras na rede pública de ensino.
As descobertas dessas pesquisas levarão ao aproveitamento integral das folhas de sisal, agregando renda ao produtor e, consequentemente, melhorando suas condições econômicas e sociais.
P: Quais são os novos projetos mais promissores da Secti para 2013?
Teremos o início das obras do Complexo de Equipamentos Dinamizadores, segunda etapa do Parque Tecnológico. Além disso, teremos o início da construção do Centro Estadual de Monitoramento de Desastres Naturais, fundamental para prevenção diante de eventos extremos, como fortes chuvas, deslizamentos e seca prolongada.
Teremos também a construção do Centro de Engenharia e Terapia Celular da Bahia, que será importante instrumento no tratamento de terapias novas, numeroso aperfeiçoamentos de processos de produção e na qualidade final dos produtos, além de atender à demanda crescente de terapias celulares, propondo novos produtos destinados ao uso em medicina regenerativa.
Outro importante projeto é a construção em Juazeiro de um Centro de Biotecnologia do Vale do São Francisco. Há uma necessidade crescente de pesquisa e desenvolvimento em biotecnologia que resultem em produtos finais aplicáveis, principalmente no desenvolvimento e disseminação de tecnologias adaptadas ao semiárido.
E continuaremos investindo nos projetos da implantação da Rede de Banda Larga da Bahia, que na primeira etapa irá contemplar 156 municípios. Também investiremos nas Cidades Digitais, contemplando 42 cidades na primeira etapa que foram definidas por terem universidades instaladas.
Novas turmas do Proaj serão abertas, e mais alunos do ensino médio da rede pública terão acesso a cursos gratuitos nas áreas de TIC. Serão oferecidas 10.080 vagas. Essa importante iniciativa oferece aos jovens carentes mais oportunidades no mercado de trabalho.
Para 2013, tenho certeza que muito trabalho e novos projetos beneficiando o setor de Ciência, Tecnologia e Inovação nos esperam.
P: Secretário, na sua avaliação, quais foram as principais conquistas alcançadas pela Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação em 2012?
O Governo da Bahia tem apostado cada vez mais firmemente em ações que ajudem a construir um novo futuro. Neste sentido, Ciência, Tecnologia e Inovação tornam-se estratégias essenciais, e o trabalho da Secti está voltado a articular academia, empresariado e poder público que, ao lado da comunidade, formam a hélice que impulsiona o crescimento. Em 2012 cresceram os investimentos do Governo do Estado voltados à promoção de projetos e programas científicos e tecnológicos na Bahia. Esta ação demonstra que acreditamos na inovação e pesquisa como instrumentos para o desenvolvimento socioeconômico. Podemos considerar que este ano foi muito importante para concretização das ações de Ciência, Tecnologia e Inovação no estado.
A inauguração do Parque Tecnológico foi sem dúvida um grande marco em 2012 e trouxe para a Bahia novas perspectivas para o conhecimento, a pesquisa e a inovação. O Parque Tecnológico tem a missão de contribuir para o desenvolvimento do Estado, com a criação de um centro de excelência em pesquisa aplicada, agrupando entidades públicas e privadas para avançarem na promoção e no empreendedorismo tecnológico como instrumento de transformação social e cultural.
Além disso, no ano passado investimos muito no setor de Tecnologia da Informação, indispensável para a evolução em tecnologia do estado e uma nova fonte de ampliação da economia local. Projetos estruturantes como Rede Banda Larga, Cidades Digitais, investimentos em capacitação dos jovens no setor e inclusão digital foram alguns dos pilares nos quais apostamos.
P: Entre os projetos que se concretizaram, sem dúvida o Parque Tecnológico tem um papel de destaque. Quais os frutos que já estão sendo colhidos a partir da inauguração deste equipamento?
Como fruto direto, podemos citar a instalação de empresas internacionalmente conceituadas, além de médias e pequenas empresas locais, instituições de pesquisa e universidades que já estão no Tecnocentro, desenvolvendo projetos de Pesquisa e Desenvolvimento, principalmente na área de Tecnologia da Informação e Comunicação. São elas: IBM, INDRA, SÁBIA, FRAUNHOFER, UNIGEL, SOFTWELL, ERICSON INOVAÇÃO, JUSBRASIL, PT INOVAÇÃO, GRUPO META, ZCR, LSITEC, PRODEB, UNICAMP, UFBA, IFBA e CETENE.
No campo das pequenas empresas, está instalada no quarto andar do Tecnocentro a Incubadora de Empresas do Parque Tecnológico da Bahia, que integra o Sistema Estadual de Incubação. A incubadora visa transformar ideias inovadoras em negócios de sucesso. Por um período de dois anos, podendo ser renováveis, as empresas incubadas têm acesso a serviços essenciais como orientação e consultoria, suporte tecnológico, marketing e assessoria financeira, dentre outros.
Atualmente, a Incubadora de Empresas do TECNOCENTRO possui nove microempresas instaladas. São elas: NNSOLUTIONS, BRUNIAN, EXA-M, IMAGO, MDS, MAQHIN, TELEDOCTOR, COMPOSITEC e KENYA.
No campo dos frutos indiretos, percebemos que criamos na Bahia um elemento essencial que faltava em nosso Sistema Local de Inovação, um Parque Tecnológico. Como desdobramento, percebe-se que o Parque Tecnológico da Bahia, apesar de ser um empreendimento recém-inaugurado, já está conseguindo mobilizar os atores essenciais ao processo de criação de habitats de inovação fortes e competitivos, ou seja, academia, governo e empresas inovadoras, gerando com isso um fortalecimento da cultura da inovação em nosso estado.
P: Em setembro, na inauguração do Parque Tecnológico, o senhor anunciou a implantação da segunda etapa. Como está o andamento das obras? Quando será inaugurado este novo prédio e que função ele vai exercer no Parque?
A segunda etapa do Parque será composta pelo Complexo de Equipamentos Dinamizadores que abrigará a mais completa infraestrutura de Laboratórios Compartilhados e Especializados, Biotérios, Espaço Interativo/Museu Mundo da Ciência, Escola de Iniciação Científica e área de entretenimento.
O projeto arquitetônico e executivo já foi concluído e nossa expectativa é de iniciar as obras no primeiro trimestre de 2013. Ele se desenvolve em aproximadamente 26 mil m², cuja maior complexidade e ênfase estão nos Laboratórios Compartilhados e Especializados, devido ao seu alto grau de especialização das instalações laboratoriais.
A proposta de infraestrutura laboratorial que será instalada no Parque se iguala às iniciativas de fomento tecnológico que se tem na região Sul e Sudeste, pois proporcionará a diversos grupos de pesquisadores desenvolverem seus estudos em um ambiente compartilhado e com as melhores e mais modernas infraestruturas em laboratórios.
Após a construção, esses laboratórios estarão aptos a operar dentro das normas internacionais de Boas Práticas de Laboratórios (BPL), com níveis de biossegurança do tipo NB1 e NB2, atendendo à Resolução RDC-17 da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), isto é, terão condições para ser certificados pelos órgãos competentes, para satisfazerem às solicitações de patentes que se seguirão às pesquisas aplicadas, foco central desses.
Atenção especial será dada aos estudos para aproveitar os recursos da biodiversidade, no desenvolvimento de pesquisa aplicada na produção de medicamentos, novas vacinas, cosméticos, alimentos, insumos derivados dos recursos naturais de forma sustentável, valorizando a diversidade dos biomas existentes na Bahia.
Como parte da estruturação dessa etapa, serão construídos dez laboratórios compartilhados e três laboratórios especializados. Para esta etapa, já existem 15 instituições com acordos assinados para o desenvolvimento de 14 plataformas e 30 linhas de pesquisa.
P: Uma das pesquisas de maior destaque diz respeito ao aproveitamento do sisal. Como surgiu o interesse da Secti de apoiar essas pesquisas? Quais foram as descobertas destes estudos?
A região sisaleira da Bahia é carente de tecnologias para manejo do sisal e de melhor aproveitamento do produto, no processo de desfibramento. Da massa foliar, somente 4% é aproveitado, em forma de fibras, para produção de artesanatos e cordoaria. Esta situação levou a Secti a apoiar atividades de pesquisas que pudessem levar melhor aproveitamento da planta (a fibra, o suco e a mucilagem) e, consequentemente, proporcionar ao produtor melhor rentabilidade no manejo do produto, para que possa ter mais qualidade de vida.
Pesquisas realizadas na Unesp, no campus de Assis, já orientam para o aproveitamento do suco do sisal, para produção de produtos contra a caspa, como bioinseticida no combate ao ácaro da leprose dos citros e, por sua ação antifúngica, poder ser usado na industria farmacológica, no controle da candidíase, através da produção de cremes. No convênio que será firmado com a Unicamp, em 2013, serão aprofundadas pesquisas para o uso do suco do sisal como anti-helmíntico, anti-inflamatório, cicatrizante e avaliação da sua atividade como anticancerígeno.
A mucilagem do sisal, atualmente sem nenhum aproveitamento, será usada como substrato na produção de cogumelos. Para este trabalho, existe pesquisa em andamento na Universidade de Viçosa e, em 2013, através de convênio com a UFRB, será iniciado projeto piloto para produção de cogumelos Pleurotus, em substrato de sisal. Para este fim, outras pesquisas serão desenvolvidas na Universidade de Sorocaba, em São Paulo.
Em parceria com o Senai/Cimatec, a Secti desenvolveu pesquisa para produção de móveis com compósitos de polímero e sisal, que podem ser usados na fabricação de móveis escolares, viáveis técnica e comercialmente. Entendimentos estão sendo realizados com órgãos da área educacional para o uso das cadeiras na rede pública de ensino.
As descobertas dessas pesquisas levarão ao aproveitamento integral das folhas de sisal, agregando renda ao produtor e, consequentemente, melhorando suas condições econômicas e sociais.
P: Quais são os novos projetos mais promissores da Secti para 2013?
Teremos o início das obras do Complexo de Equipamentos Dinamizadores, segunda etapa do Parque Tecnológico. Além disso, teremos o início da construção do Centro Estadual de Monitoramento de Desastres Naturais, fundamental para prevenção diante de eventos extremos, como fortes chuvas, deslizamentos e seca prolongada.
Teremos também a construção do Centro de Engenharia e Terapia Celular da Bahia, que será importante instrumento no tratamento de terapias novas, numeroso aperfeiçoamentos de processos de produção e na qualidade final dos produtos, além de atender à demanda crescente de terapias celulares, propondo novos produtos destinados ao uso em medicina regenerativa.
Outro importante projeto é a construção em Juazeiro de um Centro de Biotecnologia do Vale do São Francisco. Há uma necessidade crescente de pesquisa e desenvolvimento em biotecnologia que resultem em produtos finais aplicáveis, principalmente no desenvolvimento e disseminação de tecnologias adaptadas ao semiárido.
E continuaremos investindo nos projetos da implantação da Rede de Banda Larga da Bahia, que na primeira etapa irá contemplar 156 municípios. Também investiremos nas Cidades Digitais, contemplando 42 cidades na primeira etapa que foram definidas por terem universidades instaladas.
Novas turmas do Proaj serão abertas, e mais alunos do ensino médio da rede pública terão acesso a cursos gratuitos nas áreas de TIC. Serão oferecidas 10.080 vagas. Essa importante iniciativa oferece aos jovens carentes mais oportunidades no mercado de trabalho.
Para 2013, tenho certeza que muito trabalho e novos projetos beneficiando o setor de Ciência, Tecnologia e Inovação nos esperam.