28/05/2015
Por iniciativa da Secretaria Estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti), responsável pela execução das obras, o projeto está sendo apresentado aos moradores do entorno do Parque Tecnológico.
A apresentação começou por Vila Verde, na sede do Clube dos Amigos da Vila. Na próxima quinta-feira (27), às 18h, ocorrerá no Clube de Mães do Bairro da Paz e em 4 de dezembro, às 9 h, no Colégio Nilton Sucupira, em Mussurunga. No começo de 2009, um grupo de representantes das três localidades será submetido a um curso de capacitação, com noções de cidadania e de formulação de projetos sociais, dentre outros temas, para multiplicar a mobilização em torno das chances de geração de emprego e renda que serão oferecidas pelo Parque Tecnológico de Salvador.
Muitos dos presentes no Clube dos Amigos da Vila jamais tinha ouvido falar em inovação tecnológica, pesquisa em Ciência e Tecnologia e empreendedorismo tecnológico, mas saíram impressionados com a apresentação feita pelo coordenador do projeto do Parque Tecnológico, Vinícius Santos, com o auxílio do professor da Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS), João Rocha, que atua na mobilização da comunidade do entorno. “É muito importante que a gente esteja unido e participando desse projeto. Por que o Rio Grande Sul, Santa Catarina, Minas Gerais e Pernambuco têm seus Parques Tecnológicos e a Bahia não pode ter? Vamos acompanhar, de perto, as obras do Parque de Salvador e cobrar das autoridades, quando for preciso”, afirmou Maria Vera Lúcia Leal Vitória, representante do Clube das Mães de Vila Verde.
“Só acreditei que o projeto saiu do papel, quando vi a placa indicando a construção, na Avenida Paralela. Para nós, vizinhos do empreendimento, é um projeto excelente, principalmente porque será implantado sem destruir a Mata Atlântica, uma preocupação de muita gente do entorno. Agora, temos que preparar os jovens para participar ativamente da capacitação e para concorrer às oportunidades de emprego que serão oferecidas, no futuro”, disse o vice-presidente da Associação dos Moradores de Vila Verde, Perivaldo Ferreira Lima. Já o líder comunitário de Mussurunga, Aroldo Neilton dos Santos, observou que “o Parque Tecnológico é justamente aquilo que toda a comunidade carente do entorno da Avenida Paralela estava precisando”. O filho dele, Aroldo Júnior, preferiu apostar: “Estamos começando a conquistar nosso futuro”.
Edvany Xavier, Wellington Gomes e Valderez Maria de Jesus manifestaram interesse pelas vagas de trabalho que serão abertas, primeiro, com as obras de engenharia e, depois, com o funcionamento do Parque Tecnológico. Também presentes na apresentação, Neli Oliveira Lima, Valnei Barreto Gomes e Rafael Roberto Santos, indagaram sobre os cursos de capacitação. “Gostei do que vi. Vou montar uma empresa, a partir de janeiro e, quem sabe, possa trabalhar nas obras de construção do Parque”, afirmou Antônio Pereira Alves, encarregado de obras de uma empresa de construção civil, que já demonstra iniciativa empreendedora, ao planejar seu próprio negócio.
“Nosso objetivo é inserir a comunidade no processo de implantação do Parque Tecnológico, para que ela possa aproveitar as oportunidades que serão oferecidas. É claro que não podemos solucionar os problemas de toda a comunidade, mas o empreendimento vai representar uma porta aberta para todos que quiserem mudar de vida”, ressaltou Vinicius Santos. Já o professor João Rocha observou que “é importante que a comunidade estela interagindo com o Governo do Estado, porque a intenção é aproximar o Estado da Sociedade Civil”.
Parque será um consórcio de pesquisa e inovação tecnológica
O Parque Tecnológico de Salvador vai abrigar um consórcio de pesquisas universitárias, incubadoras e empresas de base tecnológica, o Parque Tecnológico começa a ser instalado na Avenida Paralela, em Salvador. O empreendimento será também um centro de convergência do sistema estadual de Inovação na Bahia, nas esferas pública, acadêmica e empresarial. Ele está sendo concebido em três eixos ou vias: a da inovação (como instrumento de atração de empresas), a da tecnologia (esfera institucional de suporte à interação entre universidades e empresas) e a da ciência (estratégia de fortalecimento da produção científica local).
As três áreas escolhidas como prioritárias para o Parque Tecnológico – Biotecnologia e Saúde; Energia e Ambiente; e Tecnologia da Informação e da Comunicação – estão no foco de quase todos os parques tecnológicos do mundo, mas cada lugar prioriza as subáreas nas quais tenha mais potencial. A gestão do Parque Tecnológico de Salvador seguirá o modelo predominante no Brasil, por meio de uma organização social (OS), com representação dos três segmentos: governo, empresariado e academia. Serão aproximadamente R$ 100 milhões de reais de investimentos públicos nos primeiros anos. O valor é a soma da participação da Prefeitura de Salvador, com a doação do terreno, recursos estaduais e federais.
A apresentação começou por Vila Verde, na sede do Clube dos Amigos da Vila. Na próxima quinta-feira (27), às 18h, ocorrerá no Clube de Mães do Bairro da Paz e em 4 de dezembro, às 9 h, no Colégio Nilton Sucupira, em Mussurunga. No começo de 2009, um grupo de representantes das três localidades será submetido a um curso de capacitação, com noções de cidadania e de formulação de projetos sociais, dentre outros temas, para multiplicar a mobilização em torno das chances de geração de emprego e renda que serão oferecidas pelo Parque Tecnológico de Salvador.
Muitos dos presentes no Clube dos Amigos da Vila jamais tinha ouvido falar em inovação tecnológica, pesquisa em Ciência e Tecnologia e empreendedorismo tecnológico, mas saíram impressionados com a apresentação feita pelo coordenador do projeto do Parque Tecnológico, Vinícius Santos, com o auxílio do professor da Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS), João Rocha, que atua na mobilização da comunidade do entorno. “É muito importante que a gente esteja unido e participando desse projeto. Por que o Rio Grande Sul, Santa Catarina, Minas Gerais e Pernambuco têm seus Parques Tecnológicos e a Bahia não pode ter? Vamos acompanhar, de perto, as obras do Parque de Salvador e cobrar das autoridades, quando for preciso”, afirmou Maria Vera Lúcia Leal Vitória, representante do Clube das Mães de Vila Verde.
“Só acreditei que o projeto saiu do papel, quando vi a placa indicando a construção, na Avenida Paralela. Para nós, vizinhos do empreendimento, é um projeto excelente, principalmente porque será implantado sem destruir a Mata Atlântica, uma preocupação de muita gente do entorno. Agora, temos que preparar os jovens para participar ativamente da capacitação e para concorrer às oportunidades de emprego que serão oferecidas, no futuro”, disse o vice-presidente da Associação dos Moradores de Vila Verde, Perivaldo Ferreira Lima. Já o líder comunitário de Mussurunga, Aroldo Neilton dos Santos, observou que “o Parque Tecnológico é justamente aquilo que toda a comunidade carente do entorno da Avenida Paralela estava precisando”. O filho dele, Aroldo Júnior, preferiu apostar: “Estamos começando a conquistar nosso futuro”.
Edvany Xavier, Wellington Gomes e Valderez Maria de Jesus manifestaram interesse pelas vagas de trabalho que serão abertas, primeiro, com as obras de engenharia e, depois, com o funcionamento do Parque Tecnológico. Também presentes na apresentação, Neli Oliveira Lima, Valnei Barreto Gomes e Rafael Roberto Santos, indagaram sobre os cursos de capacitação. “Gostei do que vi. Vou montar uma empresa, a partir de janeiro e, quem sabe, possa trabalhar nas obras de construção do Parque”, afirmou Antônio Pereira Alves, encarregado de obras de uma empresa de construção civil, que já demonstra iniciativa empreendedora, ao planejar seu próprio negócio.
“Nosso objetivo é inserir a comunidade no processo de implantação do Parque Tecnológico, para que ela possa aproveitar as oportunidades que serão oferecidas. É claro que não podemos solucionar os problemas de toda a comunidade, mas o empreendimento vai representar uma porta aberta para todos que quiserem mudar de vida”, ressaltou Vinicius Santos. Já o professor João Rocha observou que “é importante que a comunidade estela interagindo com o Governo do Estado, porque a intenção é aproximar o Estado da Sociedade Civil”.
Parque será um consórcio de pesquisa e inovação tecnológica
O Parque Tecnológico de Salvador vai abrigar um consórcio de pesquisas universitárias, incubadoras e empresas de base tecnológica, o Parque Tecnológico começa a ser instalado na Avenida Paralela, em Salvador. O empreendimento será também um centro de convergência do sistema estadual de Inovação na Bahia, nas esferas pública, acadêmica e empresarial. Ele está sendo concebido em três eixos ou vias: a da inovação (como instrumento de atração de empresas), a da tecnologia (esfera institucional de suporte à interação entre universidades e empresas) e a da ciência (estratégia de fortalecimento da produção científica local).
As três áreas escolhidas como prioritárias para o Parque Tecnológico – Biotecnologia e Saúde; Energia e Ambiente; e Tecnologia da Informação e da Comunicação – estão no foco de quase todos os parques tecnológicos do mundo, mas cada lugar prioriza as subáreas nas quais tenha mais potencial. A gestão do Parque Tecnológico de Salvador seguirá o modelo predominante no Brasil, por meio de uma organização social (OS), com representação dos três segmentos: governo, empresariado e academia. Serão aproximadamente R$ 100 milhões de reais de investimentos públicos nos primeiros anos. O valor é a soma da participação da Prefeitura de Salvador, com a doação do terreno, recursos estaduais e federais.