O senador colocou o mandato à disposição dos projetos da pasta e se comprometeu a ser uma ponte para os projetos baianos de ciência e tecnologia no Senado. “Essa é uma área, para mim, prioritária, base para o desenvolvimento e ferramenta principal para a inclusão”, avaliou Walter Pinheiro.
O Parque Tecnológico também esteve presente na conversa entre o secretário e o senador. “A ocupação ordenada do Parque será estratégica para dotar a Bahia de um centro de conhecimento especializado em pesquisa aplicada e que possa impulsionar o estado para uma nova vanguarda, pelo menos no Nordeste”, afirma Paulo Câmera.
“É no Parque Tecnológico que estão as oportunidades para resolver inúmeros problemas de Salvador e vou continuar os contatos com as empresas e aqueles que tenham intenção de investir no estado da Bahia. Como senador devo ter abertura para seguir com este trabalho que já vinha fazendo, no sentido de atrair empresas para o Parque”, disse Pinheiro.
Atração de cérebros – Até pouco tempo atrás, a Bahia tinha apenas uma Universidade Federal, que foi a grande formadora de pesquisadores, além das Estaduais, que ganharam reforço na pesquisa mais recentemente. Nas áreas de atuação do Parque, Biotecnologia, Energias e Tecnologia da Informação o estado tem em torno de 1.500 mestres e doutores, mas agora o governador Jaques Wagner autorizou a Secti a montar um programa de atração de pesquisadores. “Estamos traçando também um programa de atração de empresas âncoras para o Parque Tecnológico, criando um novo ambiente de ciência e tecnologia no estado”, declarou o secretário Paulo Câmera.