29/05/2015
A Bahia tem o programa com o estágio mais avançado de apoio aos Arranjos Produtivos Locais do País. A avaliação é dos representantes do BID – o Banco Interamericano de Desenvolvimento. O BID apóia projetos desta natureza em toda a América Latina e em outros Estados brasileiros.
Os APLs são aglomerações de empresas, localizadas em um mesmo território, que apresentam especialização produtiva e mantêm vínculos de articulação, interação, cooperação e aprendizagem entre si e com outras instituições locais como governo, associações empresariais, instituições de crédito, ensino e pesquisa. Atualmente, o Programa está presente em 68 municípios em 14 Territórios de Identidade da Bahia.
São beneficiários do Progredir os seguintes APLs:
O APL DE CONFECÇÕES
O projeto estruturante do Arranjo Produtivo Local de Confecções da Bahia congrega 30 empresas que vão de moda praia, feminina, masculina, fitness e lingerie até étnica e uniformes.
O setor de confecções envolve, na Bahia, 1.200 empresas, sendo 90% delas micro e pequenas, responsável por 24 mil empregos. A maioria está em Salvador e Feira de Santana, foco do centro de design. Com o trabalho, o objetivo é que elas passem a ter identidade e estilo próprio, agregando valor aos produtos em um mercado que vende, sobretudo, conceitos. Com o aumento do nível da qualidade dos produtos, espera-se um incremento nas vendas de roupas produzidas na Bahia dentro do próprio mercado do estado. Hoje, apenas 20% do vestuário usado em nosso estado é produzido por empresas locais.
Centro de Design de Moda
O Centro de Design de Moda, instalado no Senai Dendezeiros, é um espaço voltado a estimular a criação das coleções do setor de confecções da Bahia. Um dos resultados do Progredir, programa de apoio aos Arranjos Produtivos Locais coordenado pela Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti), o local coloca à disposição dos criadores equipamentos essenciais para a qualidade do resultado do produto que chega às lojas.
Os estilistas têm à mão as melhores ferramentas disponíveis para a criação de moda. São mesas de corte, plotters, softwares atualizados, além de “teciteca” e “modateca” – acervos de tecidos e modelos de roupas. O ambiente é o ponto central das ações de estímulo à competitividade das empresas baianas do setor, que querem ganhar reconhecimento pela qualidade e estilo das peças produzidas.
Numa fase anterior, representantes de empresas e instituições que participam do APL participaram de dois cursos de capacitação: Desgin de Moda e Gestão Estratégica em Moda, com 120 horas de aulas.
O Projeto Estruturante desse APL tem como objetivo promover a competitividade da indústria de bens de moda da Bahia, por meio da inserção de design de moda como agregação de valor de produtos e marcas. Outro foco é a implementação da integração de tecnologia e conhecimento à cadeia de bens de moda na Bahia.
Os APLs são aglomerações de empresas, localizadas em um mesmo território, que apresentam especialização produtiva e mantêm vínculos de articulação, interação, cooperação e aprendizagem entre si e com outras instituições locais como governo, associações empresariais, instituições de crédito, ensino e pesquisa. Atualmente, o Programa está presente em 68 municípios em 14 Territórios de Identidade da Bahia.
São beneficiários do Progredir os seguintes APLs:
- Tecnologia da Informação (Região Metropolitana do Salvador)
- Transformação Plástica (Região Metropolitana de Salvador)
- Confecções (RMS e Feira de Santana)
- Fruticultura (Juazeiro e Vale do São Francisco)
- Cadeia de Fornecedores Automotivos (RMS, Feira de Santana e Recôncavo)
- Turismo (Zona do Cacau)
- Piscicultura (Paulo Afonso)
- Derivados da Cana-de-Açúcar (Chapada Diamantina)
- Caprinovinocultura (Senhor do Bonfim e Juazeiro)
- Rochas Ornamentais (Ourolândia, Jacobina e Lauro de Freitas)
- Sisal (Serrinha, Valente e outros municípios da região sisaleira do Estado).
- O Progredir é coordenado pela Secti, em parceria com o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e Instituto Euvaldo Lodi (IEL-BA) com co-financiamento do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID).
O APL DE CONFECÇÕES
O projeto estruturante do Arranjo Produtivo Local de Confecções da Bahia congrega 30 empresas que vão de moda praia, feminina, masculina, fitness e lingerie até étnica e uniformes.
O setor de confecções envolve, na Bahia, 1.200 empresas, sendo 90% delas micro e pequenas, responsável por 24 mil empregos. A maioria está em Salvador e Feira de Santana, foco do centro de design. Com o trabalho, o objetivo é que elas passem a ter identidade e estilo próprio, agregando valor aos produtos em um mercado que vende, sobretudo, conceitos. Com o aumento do nível da qualidade dos produtos, espera-se um incremento nas vendas de roupas produzidas na Bahia dentro do próprio mercado do estado. Hoje, apenas 20% do vestuário usado em nosso estado é produzido por empresas locais.
Centro de Design de Moda
O Centro de Design de Moda, instalado no Senai Dendezeiros, é um espaço voltado a estimular a criação das coleções do setor de confecções da Bahia. Um dos resultados do Progredir, programa de apoio aos Arranjos Produtivos Locais coordenado pela Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti), o local coloca à disposição dos criadores equipamentos essenciais para a qualidade do resultado do produto que chega às lojas.
Os estilistas têm à mão as melhores ferramentas disponíveis para a criação de moda. São mesas de corte, plotters, softwares atualizados, além de “teciteca” e “modateca” – acervos de tecidos e modelos de roupas. O ambiente é o ponto central das ações de estímulo à competitividade das empresas baianas do setor, que querem ganhar reconhecimento pela qualidade e estilo das peças produzidas.
Numa fase anterior, representantes de empresas e instituições que participam do APL participaram de dois cursos de capacitação: Desgin de Moda e Gestão Estratégica em Moda, com 120 horas de aulas.
O Projeto Estruturante desse APL tem como objetivo promover a competitividade da indústria de bens de moda da Bahia, por meio da inserção de design de moda como agregação de valor de produtos e marcas. Outro foco é a implementação da integração de tecnologia e conhecimento à cadeia de bens de moda na Bahia.