Em visita à Secti, presidente da Desenbahia defende volta de repasse da Finep a agências de fomento estaduais

01/06/2015
Segundo ele, a Finep suspendeu os repasses para as agências estaduais e bancos de fomento, tendo, hoje, como principais parceiros as Fundações Estaduais de Pesquisas. Como 1º vice-presidente da Associação Brasileira de Instituições de Financiamento e Desenvolvimento, Petitinga disse é preciso criar uma rede de inovação que englobe também as agências estaduais de fomento. Para isso, pediu o apoio de Eduardo Ramos, como secretário estadual de C&T e integrante do Conselho Nacional de Secretários Estaduais para Assuntos de C&T (Consecti).
 

Inovação conta o linha específica de financiamento

  Luiz Alberto Petitinga visitou a Secti, em companhia dos diretores da Desenbahia, José Ricardo Santos (Operações), Marcelo Oliveira (Desenvolvimento de Negócios) e Marco Aurélio Fêlix Cohim Silva (Administrativo). Para a área de inovação, a Desenbahia oferece, em parceria com a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia (Fapesp), órgão vinculado à Secti, o Programa Juro Zero. Ele é destinado a micros e pequenas empresas  inovadoras instaladas na Bahia, com receita bruta de, no mínimo, R$ 333.333,34 e, no máximo, R$v10,5 milhões, no ano fiscal anterior, com prazo de 100 meses de pagamento, sem carência. 

 

Na visita, Petitinga lembrou que é conselheiro do Programa Estadual de Incentivos à Inovação Tecnológica (Inovatec), criado pelo Governo do Estado para promover o desenvolvimento da economia baiana, através de investimentos nas áreas de ciência, tecnologia e inovação, do qual Eduardo Ramos tomará posse como presidente. O secretário é também conselheiro, em vias de ser empossado, da Desenbahia. O secretário Eduardo Ramos se colocou às ordens para estabelecer entendimentos com a instituição parceira “que certamente dará frutos para toda a Bahia”. 

 O presidente da Desenbahia destacou o CrediBahia, com umas das principais linhas de financiamento da agência baiana, voltada para proprietários de micro e pequenas empresas, que desejem aplicar em investimentos fixo e misto (limite de R$ 5 mil) e capital de giro ( empréstimo até R$ 4 mil). Petetinga informou que, em seis anos, o chamado microcrédito financiou R$ 60 milhões, totalizando 5 mil operações, contratadas em 160 gerências de financiamento no interior do Estado. Maiores informações das linhas de financiamento no site www.desenbahia.ba.gov.br