A capilaridade das instituições estaduais de ensino superior é a porta de entrada para a política de descentralização das ações de pesquisa e desenvolvimento. Este foi um dos assuntos tratados esta semana (dia 7) no café-da-manhã entre o secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação, Feliciano Tavares Monteiro, o reitor da Uneb, Lourisvaldo Valentim, e os pró-reitores da instituição.
“Precisamos pensar o futuro e a base do nosso desenvolvimento não pode passar ao largo da genética, da nanotecnologia e da robótica – GeNaRo. Isso dentro da visão estratégica da distribuição do conhecimento pelos territórios de identidade e em harmonia com o plano estratégico Pensar Bahia 2023”, destacou o secretário. O reitor e os pré-reitores acrescentaram que a parceria entre o Executivo estadual e a academia é fundamental para o planejamento dos próximos anos.
A Secti pretende que seus programas, como Progredir, as ações em Tecnologia da Informação e Comunicação e Energia, os Centros Vocacionais Tecnológicos Territoriais e o próprio Parque Tecnológico, mantenham interface com as atividades acadêmicas, de forma a integrar esforços pelo estado. Neste sentido, a valorização das universidades estaduais tem sido prioridade na construção das políticas de ciência, tecnologia e inovação.