14/03/2016
Se depender de investimento em tecnologias, o Aedes Aegypti está com os dias contados. A Maqhin, empresa incubada pelo Parque Tecnológico da Bahia, oferece plataforma de apoio às denúncias de focos do mosquito. Através do “Vigilante” (aplicativo apresentado como uma rede social colaborativa para ajudar a resolver problemas urbanos), o usuário faz a denúncia e, a partir daí, a notificação é disponibilizada para os órgãos públicos.
“Quando um cidadão faz a denúncia, ela entra numa rede social, onde mais pessoas podem interagir com as seguintes funcionalidades: Apoiar, Comentar, Eu vi, Falso e Resolvido. Entretanto, o principal objetivo do “Vigilante” é que os todos os problemas relatados sejam solucionados. Para tal, a plataforma é estruturada para enviar para os órgãos responsáveis cada tipo de problema que deve ser solucionado”, explica Rafael Câmara, diretor de negócios da Maqhin.
O app, que está disponível gratuitamente para as plataformas iOS e Android, funciona conectando população, mídias e órgãos públicos. As denúncias seguem para a Defensoria Pública, Centro de Controle de Zoonoses de Salvador, Camaçari e Dias D’Ávila, entre outros órgãos de cidades como Lauro de Freitas, Itaparica, Mata de São João, Simões Filho, São Francisco do Conde e São Sebastião do Passé.