28/05/2015
A receita acima foi apresentada na tarde hoje (dia 20), pelo professor Demétrio Gaspari Cirne Toledo, do Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo (IEA/USP), durante a Bahiatec – Feira de Tecnologia & Simpósio Internacional de Inovação, no Pestana Hotel, em Salvador. Toledo relatou a pesquisa “Estratégias de Inovação em Sete Países – EUA, Canadá, Irlanda, Finlândia, França, Reino Unido e Canadá”, realizada pelo IEA/USP, no ano passado.
Com base nas estratégias de inovação bem-sucedidas nos sete países, o professor pode tirar conclusões que servem para o Brasil. A primeira delas que o país precisa compreender a importância das empresas para o processo de inovação, “pois, sem empresas não se tem inovação, mas apenas ciência”.
Demétrio Toledo recomendou a criação ou reorganização de novas instituições para implementar, coordenar, monitorar, avaliar e aperfeiçoar os novos planos, programas e as novas políticas de inovação. Segundo o coordenador da pesquisa do IEA/USP, é necessário construir novas formas de cooperação e diálogo entre o setor público e a iniciativa privada, como pactos, fóruns e movimentos, para mobilizar o empresariado e construir economias mais inovadoras.
É preciso ainda, conforme o professor, colocar as empresas no centro das atenções, sem poupar esforços e investimentos para aumentar e aperfeiçoar as atividades de P&D e C&T nas empresas, a fim de elevar a capacitação de seus funcionários. ““Neste contexto”, disse ele, “ a inovação é compreendida como um instrumento privilegiado para aumentar e sustentar a competitividade de suas economias”. Demétrio Toledo destacou que CT&I e educação são peças essenciais nas estratégias de desenvolvimento, sugerindo uma maior colaboração entre as empresas, as universidades e os centros de pesquisas.
Para uma ampla mobilização pela inovação, o professor do IEA/USP recomendou o aprofundamento do diálogo com líderes empresariais para o desenvolvimento da iniciativa nacional de inovação, a criação de uma malha mundial de pesquisadores brasileiros no exterior, para obtenção de informações, captação de tendências e organização de prospecções e a organização de uma campanha para divulgar leis e instrumentos de apoio à inovação. Por ultimo, Demétrio Toledo afirmou que se deve fomentar a criação de Redes de Inovação entre as instituições públicas e privadas, as universidades e os centros de pesquisa. Realizada pela Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti) e Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia (Fapesb), a Bahiatec termina amanhã com a plenária “Política Industrial e Parques Tecnológicos”.
Com base nas estratégias de inovação bem-sucedidas nos sete países, o professor pode tirar conclusões que servem para o Brasil. A primeira delas que o país precisa compreender a importância das empresas para o processo de inovação, “pois, sem empresas não se tem inovação, mas apenas ciência”.
Demétrio Toledo recomendou a criação ou reorganização de novas instituições para implementar, coordenar, monitorar, avaliar e aperfeiçoar os novos planos, programas e as novas políticas de inovação. Segundo o coordenador da pesquisa do IEA/USP, é necessário construir novas formas de cooperação e diálogo entre o setor público e a iniciativa privada, como pactos, fóruns e movimentos, para mobilizar o empresariado e construir economias mais inovadoras.
É preciso ainda, conforme o professor, colocar as empresas no centro das atenções, sem poupar esforços e investimentos para aumentar e aperfeiçoar as atividades de P&D e C&T nas empresas, a fim de elevar a capacitação de seus funcionários. ““Neste contexto”, disse ele, “ a inovação é compreendida como um instrumento privilegiado para aumentar e sustentar a competitividade de suas economias”. Demétrio Toledo destacou que CT&I e educação são peças essenciais nas estratégias de desenvolvimento, sugerindo uma maior colaboração entre as empresas, as universidades e os centros de pesquisas.
Para uma ampla mobilização pela inovação, o professor do IEA/USP recomendou o aprofundamento do diálogo com líderes empresariais para o desenvolvimento da iniciativa nacional de inovação, a criação de uma malha mundial de pesquisadores brasileiros no exterior, para obtenção de informações, captação de tendências e organização de prospecções e a organização de uma campanha para divulgar leis e instrumentos de apoio à inovação. Por ultimo, Demétrio Toledo afirmou que se deve fomentar a criação de Redes de Inovação entre as instituições públicas e privadas, as universidades e os centros de pesquisa. Realizada pela Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti) e Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia (Fapesb), a Bahiatec termina amanhã com a plenária “Política Industrial e Parques Tecnológicos”.