28/05/2015
Os 12 melhores trabalhos foram anunciados durante o encerramento da Feira de Tecnologia e Simpósio Internacional de Inovação (Bahiatech), nesta sexta-feira (21), no Hotel Pestana, em Salvador. Numa iniciativa inédita, a Fapesb distribuiu R$ 53 mil em prêmios, que variaram de R$ 1 mil a R$ 10 mil, nas categorias graduando, mestrando, doutorando e inventor livre.
Primeiro colocado na categoria mestrando, o inventor Branilson Costa – que representou a Universidade Federal da Bahia (Ufba) e foi agraciado com R$ 5 mil – afirmou que o prêmio é um reconhecimento ao trabalho dos pesquisadores baianos. O projeto apresentado por ele foi o de protótipos de alta qualidade a baixo custo, que pretende reduzir as despesas de uma tecnologia, com custo de US$ 60 mil, para algo em torno de US$ 5 mil.
Já Bruno Cavalcante, estudante do segundo semestre de Engenharia Mecatrônica da Unifacs, ficou com a terceira colocação, na categoria inventor livre. “Eu inventei um equipamento para medir o nível de conteúdo de gás, nos botijões de cozinha”, conta. Pela criatividade, ele faturou um prêmio de R$ 5 mil.
A maior premiação, entretanto, ficou com Carlos Pirovani, da Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc), que desenvolveu um projeto para a identificação de enzimas úteis para a indústria, utilizando o cacau como matéria-prima.
O projeto de João Carlos de Carvalho não venceu em nenhuma categoria, mas ganhou destaque entre as apresentações da feira. Batizada de vassoura lava-enxuga, a ferramenta é equipada com uma mangueira para lançar água, além de um compartimento para detergentes e uma flanela de enxugamento. “A idéia é oferecer melhores condições para quem usa a vassoura como material de trabalho. Com a vassoura, o usuário poupará tempo e trabalho”, explicou.
Para o secretário estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação, Ildes Ferreira, o nível dos trabalhos apresentados foi muito bom. Ele afirmou ainda que mesmo os projetos que não foram premiados poderão receber incentivos do Governo do Estado para aprimoramento das pesquisas.
Primeiro colocado na categoria mestrando, o inventor Branilson Costa – que representou a Universidade Federal da Bahia (Ufba) e foi agraciado com R$ 5 mil – afirmou que o prêmio é um reconhecimento ao trabalho dos pesquisadores baianos. O projeto apresentado por ele foi o de protótipos de alta qualidade a baixo custo, que pretende reduzir as despesas de uma tecnologia, com custo de US$ 60 mil, para algo em torno de US$ 5 mil.
Já Bruno Cavalcante, estudante do segundo semestre de Engenharia Mecatrônica da Unifacs, ficou com a terceira colocação, na categoria inventor livre. “Eu inventei um equipamento para medir o nível de conteúdo de gás, nos botijões de cozinha”, conta. Pela criatividade, ele faturou um prêmio de R$ 5 mil.
A maior premiação, entretanto, ficou com Carlos Pirovani, da Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc), que desenvolveu um projeto para a identificação de enzimas úteis para a indústria, utilizando o cacau como matéria-prima.
O projeto de João Carlos de Carvalho não venceu em nenhuma categoria, mas ganhou destaque entre as apresentações da feira. Batizada de vassoura lava-enxuga, a ferramenta é equipada com uma mangueira para lançar água, além de um compartimento para detergentes e uma flanela de enxugamento. “A idéia é oferecer melhores condições para quem usa a vassoura como material de trabalho. Com a vassoura, o usuário poupará tempo e trabalho”, explicou.
Para o secretário estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação, Ildes Ferreira, o nível dos trabalhos apresentados foi muito bom. Ele afirmou ainda que mesmo os projetos que não foram premiados poderão receber incentivos do Governo do Estado para aprimoramento das pesquisas.