29/05/2015
A idéia é que a Fundação atue na atração de empresas, no sistema de incubadoras da Bahia, na aproximação entre universidades e empresas e no modelo de gestão do Parque Tecnológico.
Durante a visita, os representantes da Bahia conheceram de perto o trabalho que vem sendo executado pela Certi, responsável pela criação dos parques tecnológicos Alfa e Sapiens Park, além da primeira incubadora do Brasil, a Celta, em Florianópolis. Hoje, a cidade conhecida como importante pólo turístico conta com 250 empresas de tecnologia que são responsáveis por 34% do PIB de Santa Catarina, superando inclusive o setor de turismo. “Este foi um trabalho de base, que vem sendo realizado desde a década de 80, coma atuação de incubadoras de empresas e com efetiva participação da Universidade Federal de Santa Catarina, que vem priorizando a geração de tecnologia com laboratórios bem equipados e que atendem demandas do setor produtivo”, reconheceu o secretário Ildes Ferreira.
A visita incluiu as instalações do Celta (Centro Empresarial para Laboração de Tecnologias Avançadas), uma grande incubadora que prepara empresas nascentes para o mercado. Atualmente, o Celta conta com 36 empresas incubadas, que geram 600 postos de trabalho, e já graduou outras 55 empresas. Uma das empresas que já está em fase final de graduação é a Agriness, responsável por um software de gestão da informação para a suinocultura. Criada em 2001, a empresa atende hoje mais de 1.200 granjas em todo o Brasil, inclusive na Bahia. Outra empresa é a Hoplon, responsável pela criação de sistemas da informação e games que podem ser jogados online, a exemplo do Taikodom, um dos principais jogos da empresa e que pode ser baixado gratuitamente no www.hoplon.com.br. “Atualmente contamos com 110 funcionários e prestamos serviços para diversas empresas, entre elas a IBM”, explicou Tarquínio Teles, um dos sócios do empreendimento.
O reitor da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Álvaro Prata, explicou que a UFSC tem buscado fomentar o surgimento de empresas inovadoras. “Queremos formar futuros empreendedores, ao invés de empregados, e contribuir para o surgimento de empresas de base tecnológica. A aproximação entre as empresas e a universidade também tem nos rendido bons frutos”, disse. Uma dessas experiências ocasionou a criação, em 1998, da urna eletrônica, hoje utilizada para a realização de eleições em todo o Brasil.
Sapiens Park – Com uma área de 4,5 milhões de m2, o novo parque tecnológico que está sendo implantado em Florianópolis também foi idealizado pela Fundação Certi. Para o Diretor Executivo do Sapiens Park, José Eduardo Fiates, o empreendimento vai dinamizar ainda mais a economia de Santa Catarina. “Nossa previsão é que em 2030, o empreendimento gere 30 mil novos postos de trabalho e 400 empresas inovadoras, gerando amis de um bilhão de reais em arrecadação de impostos”, explicou. Um dos atrativos do Sapiens, que também conta com trilhas ecológicas e centros de convivência é um estúdio de cinema de animação. “Começamos a produzir um filme orçado em R$ 10 milhões em parceria com o Canadá”, informou Fiates.
Na Bahia, o Parque Tecnológico está sendo implantado na Avenida Paralela. Está projetado para ser o centro de convergência do sistema estadual de ciência, tecnologia e inovação. Fruto de uma parceria entre os governos estadual e federal e a prefeitura de Salvador, o Parque contará com a participação de centros Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) das universidades baianas, além do setor empresarial, que terão o desafio de transformar conhecimento em tecnologia, criando processos e produtos inovadores. “Temos diversas linhas de apoio para aproximar as empresas das universidades e criaremos muitos outros com a maturação do nosso projeto”, explicou o secretário Ildes Ferreira. A previsão é que as operações do Parque Tecnológico de Salvador-Bahia comecem no final de 2009.
Durante a visita, os representantes da Bahia conheceram de perto o trabalho que vem sendo executado pela Certi, responsável pela criação dos parques tecnológicos Alfa e Sapiens Park, além da primeira incubadora do Brasil, a Celta, em Florianópolis. Hoje, a cidade conhecida como importante pólo turístico conta com 250 empresas de tecnologia que são responsáveis por 34% do PIB de Santa Catarina, superando inclusive o setor de turismo. “Este foi um trabalho de base, que vem sendo realizado desde a década de 80, coma atuação de incubadoras de empresas e com efetiva participação da Universidade Federal de Santa Catarina, que vem priorizando a geração de tecnologia com laboratórios bem equipados e que atendem demandas do setor produtivo”, reconheceu o secretário Ildes Ferreira.
A visita incluiu as instalações do Celta (Centro Empresarial para Laboração de Tecnologias Avançadas), uma grande incubadora que prepara empresas nascentes para o mercado. Atualmente, o Celta conta com 36 empresas incubadas, que geram 600 postos de trabalho, e já graduou outras 55 empresas. Uma das empresas que já está em fase final de graduação é a Agriness, responsável por um software de gestão da informação para a suinocultura. Criada em 2001, a empresa atende hoje mais de 1.200 granjas em todo o Brasil, inclusive na Bahia. Outra empresa é a Hoplon, responsável pela criação de sistemas da informação e games que podem ser jogados online, a exemplo do Taikodom, um dos principais jogos da empresa e que pode ser baixado gratuitamente no www.hoplon.com.br. “Atualmente contamos com 110 funcionários e prestamos serviços para diversas empresas, entre elas a IBM”, explicou Tarquínio Teles, um dos sócios do empreendimento.
O reitor da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Álvaro Prata, explicou que a UFSC tem buscado fomentar o surgimento de empresas inovadoras. “Queremos formar futuros empreendedores, ao invés de empregados, e contribuir para o surgimento de empresas de base tecnológica. A aproximação entre as empresas e a universidade também tem nos rendido bons frutos”, disse. Uma dessas experiências ocasionou a criação, em 1998, da urna eletrônica, hoje utilizada para a realização de eleições em todo o Brasil.
Sapiens Park – Com uma área de 4,5 milhões de m2, o novo parque tecnológico que está sendo implantado em Florianópolis também foi idealizado pela Fundação Certi. Para o Diretor Executivo do Sapiens Park, José Eduardo Fiates, o empreendimento vai dinamizar ainda mais a economia de Santa Catarina. “Nossa previsão é que em 2030, o empreendimento gere 30 mil novos postos de trabalho e 400 empresas inovadoras, gerando amis de um bilhão de reais em arrecadação de impostos”, explicou. Um dos atrativos do Sapiens, que também conta com trilhas ecológicas e centros de convivência é um estúdio de cinema de animação. “Começamos a produzir um filme orçado em R$ 10 milhões em parceria com o Canadá”, informou Fiates.
Na Bahia, o Parque Tecnológico está sendo implantado na Avenida Paralela. Está projetado para ser o centro de convergência do sistema estadual de ciência, tecnologia e inovação. Fruto de uma parceria entre os governos estadual e federal e a prefeitura de Salvador, o Parque contará com a participação de centros Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) das universidades baianas, além do setor empresarial, que terão o desafio de transformar conhecimento em tecnologia, criando processos e produtos inovadores. “Temos diversas linhas de apoio para aproximar as empresas das universidades e criaremos muitos outros com a maturação do nosso projeto”, explicou o secretário Ildes Ferreira. A previsão é que as operações do Parque Tecnológico de Salvador-Bahia comecem no final de 2009.