Produção industrial baiana cresceu 3,0% em outubro

Publicado: 07/12/2011 Última atualização: 06/10/2026 às 09:52

De acordo com os resultados da Pesquisa Industrial Mensal, realizada pelo IBGE e divulgada, em parceira, pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), autarquia da Secretaria de Planejamento, a produção industrial baiana apresentou em outubro de 2011, na comparação com o mês anterior, acréscimo de 3,0%. Já na comparação com o mês de outubro de 2010, houve recuo de 3,9%. O indicador acumulado no ano (janeiro a outubro) decresceu 4,3%, enquanto nos últimos doze meses registrou decréscimo de 4,7%.

No confronto out11/out10, a indústria apresentou decréscimo na produção física de 3,9%. O resultado no indicador é atribuído, principalmente, ao recuo do segmento de produtos químicos (-9,5%), pressionada principalmente pela redução na produção de hidróxido de sódio ou de potássio, misturas de alquilbenzenos e polietileno de alta densidade; outros segmentos também registraram decréscimo como o de automóveis (-43,1%) e de metalurgia básica (-10,3%). Por outro lado, os segmentos que apresentaram as principais contribuições positivas foram: celulose (7,1%) e refino e produção de álcool (1,8%).

No acumulado de 2011, comparado com o mesmo período do ano anterior, a taxa da produção industrial baiana registrou decréscimo de 4,3%. Cinco dos oito segmentos da indústria de transformação (-5,0%) apresentaram redução no período, com destaque para produtos químicos (-10,2%), pressionado, pela queda na produção de etileno, polipropileno e polietileno; refino de petróleo e produção de álcool (-5,7%) e metalurgia básica (-11,6%). Positivamente, destacam-se alimentos e bebidas (7,5%) e minerais não metálicos (7,0%).

No acumulado nos últimos 12 meses, comparado com o mesmo período anterior, a taxa da produção industrial baiana recuou 4,7%. Os segmentos produtos químicos (-13,4%), refino de petróleo (-4,8%), metalurgia básica (-10,4%) e veículos automotores registraram decréscimo no período. As principais contribuições positivas vieram dos segmentos de alimentos e bebidas (7,5%) e minerais não metálicos (7,1%).