O destaque da segunda quinzena de abril ficou por conta da decisão do Copom de reduzir 0,75% p.p. da taxa Selic, ficando em 9,0% com indicação, na Ata, para novo corte na próxima reunião, justificado pela fragilidade do cenário global e pelo ritmo mais lento do mercado interno.
O destaque da segunda quinzena de abril ficou por conta da decisão do Copom de reduzir 0,75% p.p. da taxa Selic, ficando em 9,0% com indicação, na Ata, para novo corte na próxima reunião, justificado pela fragilidade do cenário global e pelo ritmo mais lento do mercado interno. Embora, os indicadores coincidentes e antecedentes recém divulgados apontem resultados positivos no setor industrial e melhora na confiança do consumidor com relação ao mercado.
No cenário externo, destaca-se a repercussão sobre o resultado das eleições presidenciais na França em primeiro turno, onde o socialista François Hollande e o atual presidente Sarkozy passaram para o segundo turno que será disputado em 6 de maio, e as posições dos candidatos em relação às medidas necessárias para solucionar os problemas econômicos na França e na Zona do Euro. Nos EUA, o destaque foi a sinalização do Federal Reserve de que aplicaria novas medidas de estímulo à economia norte-americana se necessário
