As informações captadas pela Pesquisa de Emprego e Desemprego, realizada pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), autarquia da Secretaria do Planejamento (Seplan), em parceria com o Dieese, Seade e Setre, mostram que a taxa de desemprego total da Região Metropolitana de Salvador aumentou de 16,6% da População Economicamente Ativa (PEA) para 17,3%, entre dezembro de 2012 e janeiro de 2013. Segundo suas componentes, a taxa de desemprego aberto passou de 11,4% para 11,6% e a de desemprego oculto, de 5,2% para 5,7%. Em janeiro, o contingente de desempregados foi estimado em 325 mil pessoas, 15 mil a mais que no mês anterior. Esse resultado deveu-se à entrada de pessoas no mercado de trabalho (15 mil), já que o número de postos de trabalho não variou.
As informações captadas pela Pesquisa de Emprego e Desemprego, realizada pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), autarquia da Secretaria do Planejamento (Seplan), em parceria com o Dieese, Seade e Setre, mostram que a taxa de desemprego total da Região Metropolitana de Salvador aumentou de 16,6% da População Economicamente Ativa (PEA) para 17,3%, entre dezembro de 2012 e janeiro de 2013. Segundo suas componentes, a taxa de desemprego aberto passou de 11,4% para 11,6% e a de desemprego oculto, de 5,2% para 5,7%. Em janeiro, o contingente de desempregados foi estimado em 325 mil pessoas, 15 mil a mais que no mês anterior. Esse resultado deveu-se à entrada de pessoas no mercado de trabalho (15 mil), já que o número de postos de trabalho não variou.
Em janeiro, o número de postos de trabalho não variou, mantendo o contingente de ocupados em 1.555 mil pessoas. Segundo os principais setores de atividade econômica analisados, houve desempenho positivo no setor do Comércio e reparação de veículos automores e motocicletas (7 mil ou 2,4%) e na Indústria de transformação (1 mil ou 0,7%). Por outro lado, o número de ocupados decresceu na Construção (4 mil ou 2,7%) e manteve-se relativamente estável nos Serviços (-4 mil ou -0,4%). Segundo o tipo de inserção ocupacional, o contingente de trabalhadores assalariados apresentou estabilidade em relação ao mês anterior. Houve acréscimo no setor privado (8 mil ou 0,9%) e redução no setor público (11 mil ou 6,7%). Dentro do setor privado, verificou-se crescimento no contingente de trabalhadores com carteira assinada (13 mil ou 1,7%) e redução no dos sem carteira assinada (5 mil ou 4,0%). Houve elevação no número de trabalhadores autônomos (3 mil ou 1,0%); enquanto diminuiu ligeiramente o contingente de empregados domésticos (2 mil ou 1,6%) e permaneceu praticamente estável o do agregado outras posições ocupacionais, que inclui os empregadores, trabalhadores familiares e donos de negócios familiares (1 mil ou 1,6%).
No mês de dezembro, o rendimento médio real decresceu para os ocupados (0,6%) e para os assalariados (1,0%). Com estas reduções, os valores dos rendimentos médios reais foram estimados em R$ 1.086 e R$ 1.185, respectivamente.
COMPORTAMENTO EM 12 MESES - Em relação a janeiro de 2012, a taxa de desemprego total aumentou, ao passar de 15,0% para os atuais 17,3% da PEA. O aumento da taxa de desemprego total deveu-se às elevações da taxa de desemprego aberto, de 10,3% para 11,6%, e da taxa de desemprego oculto, de 4,7% para 5,7%.
No mesmo período, o contingente de desempregados aumentou em 61 mil pessoas, devido ao fato do crescimento do número de postos de trabalho (58 mil) ter sido inferior ao acréscimo da PEA (119 mil). A taxa de participação aumentou de 57,8% para 60,6%.
Nos últimos 12 meses, o número de ocupados aumentou 3,9% (Tabela 2 e Gráfico 2), passando de 1.497 mil pessoas para 1.555 mil. O nível ocupacional cresceu em quase todos os setores de atividade econômica analisados: nos Serviços (43 mil ou 4,8%), no Comércio e reparação de veículos automotores e motocicletas (9 mil ou 3,1%) e na Indústria de transformação (8 mil ou 6,2%); reduzindo-se apenas na Construção (5 mil ou 3,3%).
Segundo a posição na ocupação, nos últimos doze meses, o emprego assalariado cresceu (83 mil ou 8,5%), devido ao aumento do contingente do setor privado (81 mil ou 9,8%), visto que o do setor público apresentou pequena redução (2 mil ou 1,3%). O setor privado registrou acréscimo no número de assalariados com carteira de trabalho assinada (86 mil ou 12,3%), enquanto houve decréscimo no de sem carteira assinada (5 mil ou 4,0%). Houve redução no contingente de trabalhadores Domésticos (12 mil ou 9,0%), no de Autônomos (11 mil ou 3,4%) e, em menor proporção, no agregado Outras Posições Ocupacionais, que incluem empregadores, trabalhadores familiares e donos de negócio familiar (2 mil ou 3,2%) (Tabela 3).
Na comparação com dezembro de 2011, o rendimento médio real pouco variou para os ocupados (0,3%) e decresceu para os assalariados (1,9%) .