Uma das mais importantes coleções sobre a economia baiana foi reeditada em uma edição fac-similar, nos formatos impresso e digital e lançada na quarta-feira (5) pela Secretaria do Planejamento da Bahia (Seplan). As Pastas Rosas, ou Cadernos Rosas (como foi originalmente denominada), apresenta textos elaborados por economistas, acadêmicos e intelectuais de diversas áreas do conhecimento, tendo como mentor Rômulo Almeida, personalidade de grande importância para o desenvolvimento local e nacional.
Uma das mais importantes coleções sobre a economia baiana foi reeditada em uma edição fac-similar, nos formatos impresso e digital e lançada ontem (5) pela Secretaria do Planejamento da Bahia (Seplan). As Pastas Rosas, ou Cadernos Rosas (como foi originalmente denominada), apresenta textos elaborados por economistas, acadêmicos e intelectuais de diversas áreas do conhecimento, tendo como mentor Rômulo Almeida, personalidade de grande importância para o desenvolvimento local e nacional.
Na Biblioteca Rômulo Almeida da Superintência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), autarquia da Secretaria do Planejamento (Seplan), é possível encontrar a versão original do documento datilografada e encadernada em papel cor-de-rosa. Atualmente, o conteúdo também estará disponível, na íntegra, no site da SEPLAN (www.seplan.ba.gov.br).
O Projeto foi idealizado pelo deputado federal e ex-secretário do Planejamento do Estado, Zezéu Ribeiro e o seu lançamento foi uma homenagem em reconhecimento à relevância histórica deste documento e ao centenário de Rômulo Almeida, que será em 2014.
O secretário do Planejamento da Bahia, José Sergio Gabrielli, afirmou que “a iniciativa é, também, uma forma de publicizar, difundir e tornar acessível a um maior número de pessoas esse estudo. Basilar para quem quer compreender melhor as origens do planejamento na Bahia”.
Rômulo Barretto de Almeida era bacharel em direito, mas também se dedicou as áreas de planejamento e desenvolvimento econômico. Dentre os principais feitos estão à criação da primeira Comissão de Planejamento Econômico do Estado e do Fundo de Desenvolvimento Agroindustrial da Bahia. Ele também foi professor da Universidade da Bahia (UFBA), da Escola de Comando e Estado-Maior da Aeronáutica, do Curso de Planejamento do Departamento Administrativo do Serviço Público (Dasp) e da Escola Brasileira de Administração Pública da Fundação Getulio Vargas (EBAP-FGV).
Em 1985, foi diretor de planejamento da área industrial do Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Permaneceu nesse cargo até a sua morte, ocorrida em Belo Horizonte, em novembro de 1988.