O contingente de desempregados foi estimado em 441 mil pessoas, 2 mil a mais do que no mês anterior. Este resultado decorreu das reduções concomitantes do nível de ocupação (19 mil postos de trabalho) e da PEA (17 mil). A taxa de participação – indicador que estabelece a proporção de pessoas com 10 anos ou mais presentes no mercado de trabalho como ocupadas ou desempregadas – decresceu de 57,1% para 56,5%, entre abril e maio.
No mês de maio, o contingente de ocupados reduziu-se em 1,3%, ficando estimado em 1.420 mil pessoas. Segundo os setores de atividade econômica analisados, houve decréscimo nos setores de Serviços (15 mil ou 1,6%), na Indústria de transformação (6 mil ou 5,6%) e na Construção (menos 3 mil ou 2,6%), não compensado pelo aumento no Comércio e reparação de veículos automotores e motocicletas com o (7 mil ou 2,6%).
Segundo a posição na ocupação, o contingente de trabalhadores assalariados reduziu (16 mil ou 1,6%) em decorrência do declínio da ocupação no setor privado (16 mil ou 1,8%), já que a ocupação no setor público ficou relativamente estável (-1 mil ou -0,8%). No setor privado, registrou-se declínio tanto entre os trabalhadores com carteira assinada (13 mil ou 1,7%) quanto entre aqueles sem carteira assinada (3 mil ou 2,9%). Houve, ainda, decréscimo no contingente de empregados domésticos (6 mil ou 5,0%), estabilidade no contingente de trabalhadores autônomos e aumento no agregado outras posições ocupacionais, que inclui empregadores, trabalhadores familiares e donos de negócio familiar, entre outros (3 mil ou 4,2%).
Entre março e abril de 2016, o rendimento médio real diminuiu para os ocupados (1,0%) e ficou relativamente estável para os assalariados (-0,2%). Os valores monetários passaram a equivaler a R$ 1.263 e R$ 1.344, respectivamente.
A massa de rendimento real reduziu tanto para os ocupados (2,3%) quanto para os assalariados (1,4%). Entre ocupados, o decréscimo adveio de declínios no nível de ocupação e no rendimento médio real e, entre os assalariados, derivou do decréscimo da ocupação, já que o nível de rendimento ficou relativamente estável.
Comportamento em 12 meses - Entre os meses de maio de 2015 e de 2016, a taxa de desemprego total na RMS aumentou, ao passar de 18,2% para 23,7% da PEA. Esse resultado deveu-se à elevação das taxas de desemprego aberto e oculto, que passaram de 13,7% para 17,5% e de 4,5% para 6,2%, respectivamente.
O contingente de desempregados cresceu em 107 mil pessoas. Tal comportamento foi motivado pela redução do nível de ocupação (eliminação de 81 mil postos de trabalho) e pelo aumento da População Economicamente Ativa ? PEA (acréscimo de 26 mil pessoas). A taxa de participação passou de 56,7% para 56,5%.
O número de ocupados declinou 5,4%, ao passar de 1.501 mil pessoas para 1.420 mil. Setorialmente, registrou-se redução do contingente de ocupados em todos os setores de atividade analisados, a saber: nos Serviços (28 mil ou 3,0%), na Indústria de transformação (24 mil ou 19,0%), no Comércio e reparação de veículos automotores e motocicletas (15 mil ou 5,2%) e na Construção (11 mil ou 9,0%).
Segundo a posição na ocupação, nos últimos 12 meses, o emprego assalariado retraiu-se (57 mil ou 5,5%), devido às reduções do assalariamento no setor público (29 mil ou 19,0%) e no setor privado (28 mil ou 3,2%). No setor privado, decresceu o número de assalariados com carteira de trabalho assinada (35 mil ou 4,5%) e cresceu o de sem carteira assinada (7 mil ou 7,4%). Além disso, houve declínio no contingente de trabalhadores autônomos (16 mil ou 5,9%), empregados domésticos (4 mil ou 3,4%) e no agregado outras posições ocupacionais, que inclui empregadores, trabalhadores familiares e donos de negócio familiar, entre outros (4 mil ou 5,1%).
Entre abril de 2015 e de 2016, tanto o rendimento médio real dos ocupados (12,3%) quanto o dos assalariados (11,5%) reduziram-se.
Nesse período, houve retração na massa de rendimentos reais dos ocupados (16,1%) e dos assalariados (15,5%). Em ambos os casos, devido aos decréscimos do rendimento médio real e, em menor proporção, do nível de ocupação.
Aumenta taxa dedesemprego na RMS pelo quarto mês consecutivo
Asinformações captadas pela Pesquisa de Emprego e Desemprego, realizada pela SEI,em parceria com Dieese, Setre e Seade, mostram que a taxa de desemprego total daRegião Metropolitana de Salvador cresceu, passando de 23,4%, em abril, para 23,7%da População Economicamente Ativa (PEA), em maio de 2016. Segundosuas componentes, a taxa de desemprego aberto aumentou de 16,7% para 17,5%, e ade desemprego oculto diminuiu de 6,6% para 6,2%.
Ocontingente de desempregados foi estimado em 441 mil pessoas, 2 mil a mais do queno mês anterior. Este resultado decorreu das reduções concomitantes do nível deocupação (19 mil postos de trabalho) e da PEA (17 mil). A taxa de participação –indicador que estabelece a proporção de pessoas com 10 anos ou maispresentes no mercado de trabalho como ocupadas ou desempregadas – decresceu de 57,1% para 56,5%, entreabril e maio.
Nomês de maio,o contingente de ocupados reduziu-se em 1,3%,ficando estimado em 1.420mil pessoas. Segundo os setores de atividade econômica analisados, houve decréscimonos setores de Serviços (15 mil ou 1,6%), na Indústriade transformação(6 mil ou 5,6%) e na Construção (menos 3 mil ou 2,6%), nãocompensado pelo aumento no Comércio e reparação deveículos automotores e motocicletas com o (7 mil ou 2,6%).
Segundo a posiçãona ocupação, o contingente de trabalhadores assalariados reduziu (16 mil ou 1,6%)em decorrência do declínio da ocupação no setor privado (16 mil ou 1,8%), jáque a ocupação no setor público ficou relativamente estável (-1 mil ou -0,8%). Nosetor privado, registrou-se declínio tanto entre os trabalhadores com carteiraassinada (13 mil ou 1,7%) quanto entre aqueles sem carteira assinada (3 mil ou 2,9%).Houve, ainda, decréscimo no contingente de empregadosdomésticos (6 mil ou 5,0%), estabilidadeno contingente de trabalhadores autônomose aumento no agregado outras posiçõesocupacionais, que inclui empregadores, trabalhadores familiares e donos de negócio familiar, entre outros (3 mil ou 4,2%).
Entre março e abril de 2016, o rendimento médioreal diminuiu para os ocupados (1,0%) e ficou relativamente estável para os assalariados(-0,2%). Os valores monetários passaram a equivaler a R$ 1.263 e R$ 1.344,respectivamente.
A massa de rendimento real reduziutanto para os ocupados (2,3%) quanto para os assalariados (1,4%). Entreocupados, o decréscimo adveio de declínios no nível de ocupação e no rendimentomédio real e, entre os assalariados, derivou do decréscimo da ocupação, já queo nível de rendimento ficou relativamente estável.
Comportamento em 12meses- Entre os meses de maio de 2015 e de 2016, a taxa de desemprego total na RMS aumentou, ao passar de 18,2% para 23,7%da PEA. Esse resultado deveu-se à elevação das taxas de desemprego abertoe oculto, que passaram de 13,7% para 17,5% e de 4,5% para 6,2%, respectivamente.
O contingente de desempregados cresceu em 107 mil pessoas. Talcomportamento foi motivado pela redução do nível de ocupação (eliminação de 81mil postos de trabalho) e pelo aumento da População Economicamente Ativa ? PEA(acréscimo de 26 mil pessoas). A taxa de participação passou de 56,7% para 56,5%.
O número de ocupados declinou 5,4%, ao passar de 1.501 mil pessoas para 1.420 mil. Setorialmente,registrou-se redução do contingente de ocupados em todos os setores deatividade analisados, a saber: nos Serviços(28 mil ou 3,0%), na Indústria detransformação (24 mil ou 19,0%), no Comércioe reparação de veículos automotores e motocicletas (15 mil ou 5,2%) e na Construção (11 mil ou 9,0%).
Segundo a posição na ocupação, nos últimos 12meses, o emprego assalariado retraiu-se (57 mil ou 5,5%), devido às reduções doassalariamento no setor público (29 mil ou 19,0%) e no setor privado (28 mil ou3,2%). No setor privado, decresceu o número de assalariados com carteira detrabalho assinada (35 mil ou 4,5%) e cresceu o de sem carteira assinada (7 milou 7,4%). Além disso, houve declínio no contingente detrabalhadores autônomos (16 mil ou 5,9%),empregados domésticos (4 mil ou 3,4%) e no agregado outrasposições ocupacionais,que inclui empregadores, trabalhadores familiares e donos de negócio familiar, entre outros (4 mil ou 5,1%).
Entre abril de 2015 e de 2016, tanto o rendimentomédio real dos ocupados (12,3%) quanto o dos assalariados (11,5%) reduziram-se.
Nesseperíodo, houve retração na massa de rendimentos reais dos ocupados (16,1%) e dosassalariados (15,5%). Em ambos os casos, devido aos decréscimos do rendimentomédio real e, em menor proporção, do nível de ocupação.