No primeiro semestre de 2012, os Territórios de Identidade que geraram os maiores saldos de emprego foram: o Metropolitana de Salvador (8.729 vagas), o Sertão do São Francisco (4.590 vagas) e o Portal do Sertão (4.014 vagas).
No primeiro semestre de 2012, os Territórios de Identidade que geraram os maiores saldos de emprego foram: o Metropolitana de Salvador (8.729 vagas), o Sertão do São Francisco (4.590 vagas) e o Portal do Sertão (4.014 vagas). Do saldo total de 30.334 empregos formais na Bahia, esses três territórios são responsáveis por 57,1%. O território Metropolitana de Salvador é o responsável por 28,8%.
Dos 8.729 empregos formais gerados no Território de Identidade Metropolitana de Salvador, 8.470 postos foram gerados na capital do estado. A cidade é responsável pela geração de 97,0% dos empregos no seu Território de Identidade. Os setores mais relevantes na composição desse resultado foram Serviços e Construção civil. Eles registraram um saldo positivo de 5.950 e 3.138 postos de trabalho, respectivamente.
O Sertão do São Francisco, segundo Território de Identidade que mais gerou empregos formais, teve como principais pólos de criação de novas oportunidades os municípios de Juazeiro e Casa Nova. O primeiro contabilizou um saldo positivo de 2.709 empregos formais e o segundo, 1.522 postos. Juntos, os dois municípios foram responsáveis por 92,2% do saldo total no território do Sertão do São Francisco. Em termos setoriais, a Agropecuária e a Indústria de Transformação registraram os maiores saldos, com 2.776 e 1.502 novas oportunidades, sendo as atividades de cultivo de uva, cultivo de frutas e indústria de alimentos as principais responsáveis pelo desempenho.
O terceiro Território de Identidade que mais contribuiu para o saldo baiano de empregos foi o Portão do Sertão. Feira de Santana foi o principal responsável pela geração de novos postos de trabalho, com 4.286 novas vagas. O setor com maior participação na geração de empregos foi o de Serviços, com 3.012 novos postos. Desse total, 2.887 vagas foram criadas em Feira de Santana. O valor representa 67,4% do total.
No mesmo período, os Territórios de Identidade que geraram os menores saldos de emprego foram: Recôncavo (-2.281 vagas), Médio Sudoeste da Bahia (-2.027 vagas) e Litoral Norte e Agreste Baiano (-525 vagas). O Semi Árido Nordeste II completa a lista dos territórios com saldo negativo. O território contabilizou um saldo de -174 postos. Ou seja, do total do saldo negativo gerado na Bahia, os territórios de identidade do Recôncavo e Médio Sudoeste Baiano são responsáveis por 45,6% e 40,5%, respectivamente.
O resultado do Território de Identidade do Recôncavo se deve basicamente aos municípios de São Francisco do Conde, Maragogipe e Governador Mangabeira. Os municípios aferiram saldos negativos de 2.001, 1.009 e 522 postos de trabalho, respectivamente. O resultado de São Francisco do Conde, assim como Maragogipe, esta relacionado a Montagem de instalações industriais e de estruturas metálicas (-1.660). Já em Governador Mangabeira, a queda se deu fundamentalmente no cultivo de fumo.
O desempenho do Médio Sudoeste da Bahia deve-se predominantemente ao município de Itapetinga, que apurou saldo negativo de 1.936 postos de trabalho. O saldo é reflexo da Indústria de Transformação, que ainda sente os impactos da saída do pólo calçadista. Esse foi o setor que apresentou a pior performance, apurando um saldo negativo de 1.979. Desse saldo, 95,1% concentra-se em Itapetinga.