25/04/2008
A partir da segunda-feira, os consumidores baianos vão comprar o arroz 17% mais caro. O produto, que pode ser encontrado nas prateleiras em média por R$ 1,49, passará a custar R$ 1,75. Segundo informações de Lilian Malta, diretora da Associação Baiana de Supermercados (Abase), a alta do produto pode chegar a 25%, mas os supermercadistas irão repassar para os consumidores aos poucos este aumento.
“O fardo (30 quilos de arroz), que comprávamos a R$ 38, já comprei hoje por R$ 50. Nós vamos repassar todo o aumento, mas vai ser aos poucos, para não perdermos o cliente”, salienta a diretora. Lilian diz que, apesar de algumas empresas trabalharem com estoque, os gestores costumam aumentar logo o preço, e os consumidores têm que aproveitar enquanto o preço ainda não começou a subir.
Lilian também critica a alta repentina, diz que bastou o pronunciamento do governo ontem para hoje os fornecedores já subirem o preço do arroz. “Até que ponto isso não é uma especulação dos preços”, questiona a empresária.
Segundo informações da Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), órgão da Secretaria de Planejamento do Estado, o aumento acumulado do preço do arroz foi de 3,61%, entre abril de 2007 e março deste ano.
Apesar de o preço do arroz ainda não ter aumentado, o consumidor baiano já tem muito motivo para reclamar. O preço de outros produtos da cesta básica estão bastante elevados e isto tem pesado no bolso dos compra dores.
Para Maira Ferreira, auxiliar de escritório, os preços dos alimentos estão bastante altos, mas a consumidora diz que não há o que fazer, tem que comprar de qualquer jeito. “O preço do feijão, por exemplo, baixou um pouco. Em compensação, a farinha aumentou bastante. Os poucos produtos que baixam o preço, não compensa a diferença do preço dos que aumentam”, analisa a consumidora.
Já Valdomira Miranda, autônoma, comprava arroz ontem e diz que até agora os preços não se modificaram. “Fico preocupada com os aumentos, mas vou fazer o quê? Tem que comprar mesmo, não pode faltar em casa”, reclama Valdomira.
“O fardo (30 quilos de arroz), que comprávamos a R$ 38, já comprei hoje por R$ 50. Nós vamos repassar todo o aumento, mas vai ser aos poucos, para não perdermos o cliente”, salienta a diretora. Lilian diz que, apesar de algumas empresas trabalharem com estoque, os gestores costumam aumentar logo o preço, e os consumidores têm que aproveitar enquanto o preço ainda não começou a subir.
Lilian também critica a alta repentina, diz que bastou o pronunciamento do governo ontem para hoje os fornecedores já subirem o preço do arroz. “Até que ponto isso não é uma especulação dos preços”, questiona a empresária.
Segundo informações da Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), órgão da Secretaria de Planejamento do Estado, o aumento acumulado do preço do arroz foi de 3,61%, entre abril de 2007 e março deste ano.
Apesar de o preço do arroz ainda não ter aumentado, o consumidor baiano já tem muito motivo para reclamar. O preço de outros produtos da cesta básica estão bastante elevados e isto tem pesado no bolso dos compra dores.
Para Maira Ferreira, auxiliar de escritório, os preços dos alimentos estão bastante altos, mas a consumidora diz que não há o que fazer, tem que comprar de qualquer jeito. “O preço do feijão, por exemplo, baixou um pouco. Em compensação, a farinha aumentou bastante. Os poucos produtos que baixam o preço, não compensa a diferença do preço dos que aumentam”, analisa a consumidora.
Já Valdomira Miranda, autônoma, comprava arroz ontem e diz que até agora os preços não se modificaram. “Fico preocupada com os aumentos, mas vou fazer o quê? Tem que comprar mesmo, não pode faltar em casa”, reclama Valdomira.