Publicado: 17/03/2008
Última atualização: 06/10/2026 às 09:26
O comércio varejista baiano teve expansão de 10,0% nas vendas em janeiro. O movimento foi 1,0% maior que o de dezembro, mês considerado tradicionalmente de melhores resultado para o setor. Os dados são da Pesquisa Mensal de Comércio (PMC), realizada em âmbito nacional pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), e divulgados, em parceria, pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), autarquia vinculada à Secretaria do Planejamento. Com sucessivas variações, o comércio baiano acumula, nos últimos 12 meses, expansão de 9,6%.
“Os dois primeiros meses do ano, tradicionalmente, eram considerados os mais fracos para os negócios do varejo. Nesse período, o setor sempre apresentava desaquecimento das vendas, conseqüência dos compromissos assumidos pelos consumidores com as compras de dezembro e as despesas de início de ano, como impostos, matrículas e material escolar. Porém, desde 2005, os resultados vêm contrariando essa afirmativa”, explica Maria de Lourdes Caires, analista da SEI.
Em janeiro, oito segmentos que compõem o volume de vendas do indicador contribuíram de forma positiva. Os principais destaques foram os segmentos de Livros, jornais, revistas e papelaria (24,5%), Outros artigos de uso pessoal e doméstico (22,5%), Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (18,4%), Tecidos, vestuário e calçados (18,2%) e Móveis e eletrodomésticos (17,8%).
Também registraram variações positivas: Combustíveis e lubrificantes (10,2%) Equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação (10,0%),Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (3,0%) e no subgrupo de Hipermercados e supermercados a variação foi de 4,2%. Nos dois segmentos pesquisados, mas que não entram no cálculo da PMC, também houve expansão: Veículos, motocicletas, partes e peças (28,9%) e Material de Construção (10,3%).
“Os fatores que pesam para o bom desempenho do varejo são os mesmos que já vêm sustentando o crescimento nas vendas há vários meses: a estabilidade da economia brasileira, a inflação sob controle, a expansão do crédito, o aumento do emprego formal no Estado, a melhoria dos rendimentos”, diz a técnica da SEI. “Além disso, as constantes promoções, aliadas aos jurosmais baixos e ao alongamento dos prazos de parcelamento, sem dúvida, foram importantes incentivos para dinamizar os segmentos de bens duráveis, como os de veículos e motocicletas e móveis e eletrodomésticos”. Em janeiro, o grande fluxo de turistas também contribuiu para impulsionar as vendas.
“Os dois primeiros meses do ano, tradicionalmente, eram considerados os mais fracos para os negócios do varejo. Nesse período, o setor sempre apresentava desaquecimento das vendas, conseqüência dos compromissos assumidos pelos consumidores com as compras de dezembro e as despesas de início de ano, como impostos, matrículas e material escolar. Porém, desde 2005, os resultados vêm contrariando essa afirmativa”, explica Maria de Lourdes Caires, analista da SEI.
Em janeiro, oito segmentos que compõem o volume de vendas do indicador contribuíram de forma positiva. Os principais destaques foram os segmentos de Livros, jornais, revistas e papelaria (24,5%), Outros artigos de uso pessoal e doméstico (22,5%), Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (18,4%), Tecidos, vestuário e calçados (18,2%) e Móveis e eletrodomésticos (17,8%).
Também registraram variações positivas: Combustíveis e lubrificantes (10,2%) Equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação (10,0%),Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (3,0%) e no subgrupo de Hipermercados e supermercados a variação foi de 4,2%. Nos dois segmentos pesquisados, mas que não entram no cálculo da PMC, também houve expansão: Veículos, motocicletas, partes e peças (28,9%) e Material de Construção (10,3%).
“Os fatores que pesam para o bom desempenho do varejo são os mesmos que já vêm sustentando o crescimento nas vendas há vários meses: a estabilidade da economia brasileira, a inflação sob controle, a expansão do crédito, o aumento do emprego formal no Estado, a melhoria dos rendimentos”, diz a técnica da SEI. “Além disso, as constantes promoções, aliadas aos jurosmais baixos e ao alongamento dos prazos de parcelamento, sem dúvida, foram importantes incentivos para dinamizar os segmentos de bens duráveis, como os de veículos e motocicletas e móveis e eletrodomésticos”. Em janeiro, o grande fluxo de turistas também contribuiu para impulsionar as vendas.