01/07/2008
O repasse do aumento da inflação para os consumidores finais pode ser inevitável. A outra opção é o corte de custos, com a redução de pessoal, dentre outras despesas. Para muitos empresários, o momento atual é de discutir alternativas a uma inflação de até 6,3% no fim de 2008, segundo algumas projeções de mercado.
Para o coordenador de acompanhamento conjuntural da Superintendência de Estudos Sociais da Bahia (SEI), Luiz Mário Vieira, o repasse do aumento ao consumidor é a última alternativa.
“A população de baixa renda, que alimenta o consumo, já compromete boa parte da renda”, comenta.
Para ele, o melhor é buscar alternativas que melhorem a competitividade, como a redução dos custos operacionais.
Entre os lojistas, a possibilidade de a inflação voltar a assombrar é motivo de grande preocupação.
“A inflação poderá trazer de volta o indesejável ‘efeito aluguel’ para o lojista”, comenta o presidente da Associação Baiana dos Lojistas de Shoppings (Albashop), Uilson de Oliveira. O aluguel representa entre 7% e 15% e toda a despesa do negócio.
Os contratos firmados pelo IGP-M podem sofrer reajustes de de até 12%. A tendência é evitar aumento enquanto for possível.
“Não vai haver nenhum repasse automático, nem operação combinada. A tendência é de o lojista absorver”, analisa. Sobre a necessidade de redução de custos, o presidente da Albashop é pessimista. “Certamente vamos ter que reduzir nossos custos.
Com aluguel é mais difícil por causa dos contratos, mas vamos tentar fazer mágica e diminuir o uso de energia, telefone e fazer cortes de pessoal”, informa.
Para o coordenador de acompanhamento conjuntural da Superintendência de Estudos Sociais da Bahia (SEI), Luiz Mário Vieira, o repasse do aumento ao consumidor é a última alternativa.
“A população de baixa renda, que alimenta o consumo, já compromete boa parte da renda”, comenta.
Para ele, o melhor é buscar alternativas que melhorem a competitividade, como a redução dos custos operacionais.
Entre os lojistas, a possibilidade de a inflação voltar a assombrar é motivo de grande preocupação.
“A inflação poderá trazer de volta o indesejável ‘efeito aluguel’ para o lojista”, comenta o presidente da Associação Baiana dos Lojistas de Shoppings (Albashop), Uilson de Oliveira. O aluguel representa entre 7% e 15% e toda a despesa do negócio.
Os contratos firmados pelo IGP-M podem sofrer reajustes de de até 12%. A tendência é evitar aumento enquanto for possível.
“Não vai haver nenhum repasse automático, nem operação combinada. A tendência é de o lojista absorver”, analisa. Sobre a necessidade de redução de custos, o presidente da Albashop é pessimista. “Certamente vamos ter que reduzir nossos custos.
Com aluguel é mais difícil por causa dos contratos, mas vamos tentar fazer mágica e diminuir o uso de energia, telefone e fazer cortes de pessoal”, informa.