Publicado: 12/01/2009
Última atualização: 06/10/2026 às 09:27
A indústria baiana fechou o mês de novembro com retração de 3,2% em sua produção, em relação a novembro de 2007. A informação foi disponibilizada hoje (9) pela Pesquisa Industrial Mensal (IBGE), com análise da Coordenação de Acompanhamento Conjuntural da Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), autarquia da Secretaria do Planejamento (Seplan). No acumulado do ano, de janeiro a novembro, a indústria sustenta crescimento de 3,8%. E no acumulado dos últimos 12 meses, a expansão é de 4,2%.
O resultado negativo para o mês na Pesquisa Industrial havia sido sinalizado desde ontem (dia 8) pelo Indicador de Movimentação Econômica de Salvador (IMEC/ SEI), que calculou retração de 2,9% na atividade econômica da capital baiana, antecipando o possível recuo de outros indicadores sobre a economia em novembro.
A indústria de transformação caiu 3,3%. Quatro segmentos da transformação registraram variações negativas. A principal contribuição negativa veio de produtos químicos (-15,6%), por conta da menor produção de sulfatos de amônio e dióxidos de titânio. O segmento químico representa cerca de 35% da estrutura industrial baiana. Também contribuíram para o recuo: veículos automotores (-1,8%), borracha e plástico (-3,2%) e celulose, papel e produtos de papel (-0,7%). Entre os segmentos que registraram variação positiva, a metalurgia básica teve aumento de 13,2% na produção, sendo influenciado pelo aumento na fabricação barra, perfil e vergalhões de cobre. Outros destaques são alimentos e bebidas (8,6%) e minerais não-metálicos (3,8%). A indústria extrativa mineral (-0,6%) registra queda após cinco meses consecutivos de resultados positivos.
Na média do ano, de janeiro a novembro, a taxa da produção industrial baiana mantém variação positiva de 3,8%, e a indústria de transformação registrou taxa de 3,9%. Com exceção de produtos químicos (-2,2%) e veículos automotores (-2,7%), todos os demais segmentos da indústria tiveram taxas positivas, destacando-se: celulose, papel e produtos e papel (31,0%), metalurgia básica (4,4%) e alimentos e bebidas (2,9%).
No acumulado dos últimos 12 meses (dezembro de 2007 a novembro último), o indicador aponta desaceleração no ritmo de crescimento oscilando de 4,7% em outubro para 4,2% em novembro. Com relação aos segmentos, destacam-se celulose, papel e produtos de papel (31,6%), refino de petróleo e produção de álcool (2,8%), borracha e plástico (14,9%) com taxas positivas. Os segmentos de produtos químicos (-1,6%) e veículos automotores (-3,3%) acumulam taxas negativas no período.
O resultado negativo para o mês na Pesquisa Industrial havia sido sinalizado desde ontem (dia 8) pelo Indicador de Movimentação Econômica de Salvador (IMEC/ SEI), que calculou retração de 2,9% na atividade econômica da capital baiana, antecipando o possível recuo de outros indicadores sobre a economia em novembro.
A indústria de transformação caiu 3,3%. Quatro segmentos da transformação registraram variações negativas. A principal contribuição negativa veio de produtos químicos (-15,6%), por conta da menor produção de sulfatos de amônio e dióxidos de titânio. O segmento químico representa cerca de 35% da estrutura industrial baiana. Também contribuíram para o recuo: veículos automotores (-1,8%), borracha e plástico (-3,2%) e celulose, papel e produtos de papel (-0,7%). Entre os segmentos que registraram variação positiva, a metalurgia básica teve aumento de 13,2% na produção, sendo influenciado pelo aumento na fabricação barra, perfil e vergalhões de cobre. Outros destaques são alimentos e bebidas (8,6%) e minerais não-metálicos (3,8%). A indústria extrativa mineral (-0,6%) registra queda após cinco meses consecutivos de resultados positivos.
Na média do ano, de janeiro a novembro, a taxa da produção industrial baiana mantém variação positiva de 3,8%, e a indústria de transformação registrou taxa de 3,9%. Com exceção de produtos químicos (-2,2%) e veículos automotores (-2,7%), todos os demais segmentos da indústria tiveram taxas positivas, destacando-se: celulose, papel e produtos e papel (31,0%), metalurgia básica (4,4%) e alimentos e bebidas (2,9%).
No acumulado dos últimos 12 meses (dezembro de 2007 a novembro último), o indicador aponta desaceleração no ritmo de crescimento oscilando de 4,7% em outubro para 4,2% em novembro. Com relação aos segmentos, destacam-se celulose, papel e produtos de papel (31,6%), refino de petróleo e produção de álcool (2,8%), borracha e plástico (14,9%) com taxas positivas. Os segmentos de produtos químicos (-1,6%) e veículos automotores (-3,3%) acumulam taxas negativas no período.