Publicado: 12/03/2009
Última atualização: 06/10/2026 às 09:27
A produção da indústria baiana teve, em janeiro, a quarta queda consecutiva. A redução foi de 16,8%, em relação a janeiro 2008, segundo dados da Pesquisa Industrial Mensal do IBGE, com análise da Coordenação de Acompanhamento Conjuntural da Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), autarquia da Secretaria do Planejamento (Seplan).
A redução na Bahia, embora expressiva, foi menor do que a registrada para o conjunto do país (-17,2%). Entre os estados, as maiores retrações ocorreram no Espírito Santo (-33,2%), Minas Gerais (-28,9%), Amazonas (-23,2%), Rio Grande do Sul (-20,3%) e São Paulo (-18,0%), seguido da Bahia.
“Este resultado coloca a indústria baiana numa posição intermediária quando comparada com a perda do setor nos outros estados da federação. E indica a possibilidade de um trimestre difícil para o setor industrial do país”, comenta Geraldo Reis, diretor geral da SEI.
Em relação a dezembro de 2008, a indústria registrou relativa estabilidade (-0,2%), indicando que o volume de produção da indústria baiana, em janeiro foi, praticamente, o mesmo verificado em dezembro. Já no indicador acumulado dos doze meses – de fevereiro de 2008 a janeiro de 2009 –, o setor sustenta crescimento de 0,9%.
A principal contribuição para a queda, em janeiro, veio da retração do segmento de produtos químicos (-34,8%), por conta da menor produção de etileno não-saturado e polietileno de alta densidade. O segmento da indústria química representa cerca de 35% da estrutura industrial baiana, contribuindo decisivamente para a retração da indústria de transformação (-18,1%), na comparação com janeiro do ano passado.
Também influenciaram negativamente: metalurgia básica (-44,3%), refino de petróleo e produção de álcool (-14,9%), veículos automotores (-28,4%), por conta da redução na produção de automóveis, e borracha e plástico (-5,8%).
Entre os resultados positivos, o segmento de alimentos e bebidas ampliou sua produção em 10,6%, em razão do aumento na produção de farinhas e pellets da extração de óleo e óleo de soja bruto. O setor de celulose, papel e produtos de papel teve incremento de 2,5%, e o de minerais não-metálicos, 10,9%.
A notícia positiva fica por conta da indústria extrativa mineral, que cresceu 9,1%, após dois meses de queda.
No acumulado dos doze meses, a taxa da produção industrial baiana manteve pequena variação positiva de 0,9%, valor igual ao da indústria de transformação. Quatro segmentos apresentam taxas positivas: celulose, papel e produtos e papel (26,5%), alimentos e bebidas (5,2%), minerais não-metálicos (17,1%) e borracha e plástico (10,0%). Entre os segmentos que apresentam queda, o de produtos químicos (-7,6%) é aquele com maior impacto negativo.
A redução na Bahia, embora expressiva, foi menor do que a registrada para o conjunto do país (-17,2%). Entre os estados, as maiores retrações ocorreram no Espírito Santo (-33,2%), Minas Gerais (-28,9%), Amazonas (-23,2%), Rio Grande do Sul (-20,3%) e São Paulo (-18,0%), seguido da Bahia.
“Este resultado coloca a indústria baiana numa posição intermediária quando comparada com a perda do setor nos outros estados da federação. E indica a possibilidade de um trimestre difícil para o setor industrial do país”, comenta Geraldo Reis, diretor geral da SEI.
Em relação a dezembro de 2008, a indústria registrou relativa estabilidade (-0,2%), indicando que o volume de produção da indústria baiana, em janeiro foi, praticamente, o mesmo verificado em dezembro. Já no indicador acumulado dos doze meses – de fevereiro de 2008 a janeiro de 2009 –, o setor sustenta crescimento de 0,9%.
A principal contribuição para a queda, em janeiro, veio da retração do segmento de produtos químicos (-34,8%), por conta da menor produção de etileno não-saturado e polietileno de alta densidade. O segmento da indústria química representa cerca de 35% da estrutura industrial baiana, contribuindo decisivamente para a retração da indústria de transformação (-18,1%), na comparação com janeiro do ano passado.
Também influenciaram negativamente: metalurgia básica (-44,3%), refino de petróleo e produção de álcool (-14,9%), veículos automotores (-28,4%), por conta da redução na produção de automóveis, e borracha e plástico (-5,8%).
Entre os resultados positivos, o segmento de alimentos e bebidas ampliou sua produção em 10,6%, em razão do aumento na produção de farinhas e pellets da extração de óleo e óleo de soja bruto. O setor de celulose, papel e produtos de papel teve incremento de 2,5%, e o de minerais não-metálicos, 10,9%.
A notícia positiva fica por conta da indústria extrativa mineral, que cresceu 9,1%, após dois meses de queda.
No acumulado dos doze meses, a taxa da produção industrial baiana manteve pequena variação positiva de 0,9%, valor igual ao da indústria de transformação. Quatro segmentos apresentam taxas positivas: celulose, papel e produtos e papel (26,5%), alimentos e bebidas (5,2%), minerais não-metálicos (17,1%) e borracha e plástico (10,0%). Entre os segmentos que apresentam queda, o de produtos químicos (-7,6%) é aquele com maior impacto negativo.