A Pesquisa Industrial Mensal (PIM) aponta que a produção industrial baiana apresentou, em junho de 2012, acréscimo de 2,1% na série com ajuste sazonal, em comparação com maio do mesmo ano (que teve acréscimo de 0,3%). Na comparação com junho de 2011, houve recuo de 2,6%. Já no acumulado do ano, de janeiro a junho, a indústria baiana apresentou expansão de 3,1%. Os resultados foram divulgados pelo IBGE, com análise da Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), autarquia da Secretaria do Planejamento (Seplan).
A Pesquisa Industrial Mensal (PIM) aponta que a produção industrial baiana apresentou, em junho de 2012, acréscimo de 2,1% na série com ajuste sazonal, em comparação com maio do mesmo ano (que teve acréscimo de 0,3%). Na comparação com junho de 2011, houve recuo de 2,6%. Já no acumulado do ano, de janeiro a junho, a indústria baiana apresentou expansão de 3,1%. Os resultados foram divulgados pelo IBGE, com análise da Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), autarquia da Secretaria do Planejamento (Seplan).
Na comparação junho 2012 / junho 2011, ocorreu uma redução nos segmentos de metalurgia (-31,5%) e produtos químicos (-3,6%). Os segmentos de veículos automotores (-13,7%) e refino de petróleo (-0,3%) também apresentaram redução no indicador. A maior contribuição positiva veio de alimentos e bebidas (5,2%), seguida por artigos de borracha e plástico (11,7%) e celulose e papel (0,7%).
Na análise trimestral (abril a junho), em comparação com o mesmo período do ano anterior, a indústria baiana recuou 1,4%, evidenciando redução do ritmo frente ao resultado do primeiro trimestre (8,0%). Quatro dos oito segmentos da indústria de transformação influenciaram o resultado, com destaque para produtos químicos (que recuou de 39,1% para -1,4%) e metalurgia básica (de -1,0% para -19,1%).
No acumulado do ano de 2012 (janeiro a junho), comparado com o mesmo período do ano anterior, a taxa da produção industrial baiana registrou acréscimo de 3,1%. Cinco dos oito segmentos da indústria de transformação influenciaram o resultado no período, com destaque para produtos químicos (15,9%), alimentos e bebidas (4,5%), borracha e plástico (8,9%), minerais não metálicos (3,5%) e celulose e papel (0,6%). Negativamente, destacaram-se refino de petróleo e produção de álcool (-4,9%), pressionado, sobretudo pela redução na produção de óleo diesel, óleo combustível e naftas para petroquímica; e metalurgia (-10,1%), resultado da queda na produção de barras, perfis e vergalhões de cobre e ferrossilício.
No acumulado dos últimos 12 meses, comparado com o mesmo período anterior, a taxa da produção industrial baiana passou de 0,3% em maio para -0,3% em junho. As principais contribuições negativas vieram dos segmentos refino de petróleo e produção de álcool (-9,7%), metalurgia básica (-12,4%) e veículos (-16,6%). Produtos químicos (8,5%) e alimentos e bebidas (6,1%) registraram as principais contribuições positivas.