27/03/2008
A taxa de desemprego na Região Metropolitana de Salvador (RMS) atingiu, em fevereiro, 20,9% da População Economicamente Ativa (PEA), contra 19,8% registrado no mês anterior. O crescimento de 5,1% do índice de desocupados na RMS foi o maior dentre as regiões metropolitanas do País, que registrou uma média de 2,1%. Apesar do aumento, essa é a segunda menor taxa de desemprego encontrada para os meses de fevereiro, ficando apenas acima de fevereiro de 1997, quando alcançou 19,9% da PEA.
O contingente de desempregados em fevereiro foi estimado em 388 mil pessoas, 19 mil a mais do que o mês anterior. Foram eliminadas 26 mil ocupações, atenuada pela saída de 7 mil pessoas da disputa por uma vaga no mercado de trabalho. Foram menos 20 mil empregos no setor de serviços, que responde por 58% da economia, oito mil a menos na construção civil e empregos domésticos, e 1 mil na indústria.
Apenas no comércio houve crescimento, com 3 mil novos postos de trabalho.
Os resultados foram divulgados ontem pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Sócio-Econômicos (Dieese) e a Faculdade de Ciências Econômicas da Universidade Federal da Bahia (Ufba), que realizaram a pesquisa.
Segundo o economista Luiz Chateaubreiand, analista da SEI, o crescimento do desemprego refletiu uma tendência nacional sazonal que só não foi acompanhada pelas regiões metropolitanas de São Paulo e Porto Alegre que mantiveram os mesmos patamares do mês anterior.
“Janeiro foi um mês atípico e nos surpreendeu, mas fevereiro não manteve o mesmo ritmo de emprego, embora persista a melhora do rendimento, que foi de 3,1% nos últimos 12 meses, o que revela o aumento da atividade econômica e explica o desempenho positivo do comércio”, afirma o economista.
O desempenho positivo do comércio pode ser explicado, segundo Chateauabreiand, pela antecipação das liquidações, realizadas em fevereiro. Mas o aumento do desemprego em índices que superam em mais de duas vezes a média nacional reflete um mercado de trabalho precário e por isso mais suscetível a grandes oscilações.
Salvador, mais uma vez, manteve o título de capital nacional do desemprego, posição que ocupa desde o início da pesquisa em 1997. Entretanto, se comparada a fevereiro do ano passado, a redução da taxa de 22,3%, para 20,9%, representou a saída de 10 mil pessoas da situação de desemprego.
O rendimento médio aumentou tanto para os ocupados (2,1%), quanto para os assalariados (2,3%), passando para R$ 894 e R$ 1.012, respectivamente.
O contingente de desempregados em fevereiro foi estimado em 388 mil pessoas, 19 mil a mais do que o mês anterior. Foram eliminadas 26 mil ocupações, atenuada pela saída de 7 mil pessoas da disputa por uma vaga no mercado de trabalho. Foram menos 20 mil empregos no setor de serviços, que responde por 58% da economia, oito mil a menos na construção civil e empregos domésticos, e 1 mil na indústria.
Apenas no comércio houve crescimento, com 3 mil novos postos de trabalho.
Os resultados foram divulgados ontem pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Sócio-Econômicos (Dieese) e a Faculdade de Ciências Econômicas da Universidade Federal da Bahia (Ufba), que realizaram a pesquisa.
Segundo o economista Luiz Chateaubreiand, analista da SEI, o crescimento do desemprego refletiu uma tendência nacional sazonal que só não foi acompanhada pelas regiões metropolitanas de São Paulo e Porto Alegre que mantiveram os mesmos patamares do mês anterior.
“Janeiro foi um mês atípico e nos surpreendeu, mas fevereiro não manteve o mesmo ritmo de emprego, embora persista a melhora do rendimento, que foi de 3,1% nos últimos 12 meses, o que revela o aumento da atividade econômica e explica o desempenho positivo do comércio”, afirma o economista.
O desempenho positivo do comércio pode ser explicado, segundo Chateauabreiand, pela antecipação das liquidações, realizadas em fevereiro. Mas o aumento do desemprego em índices que superam em mais de duas vezes a média nacional reflete um mercado de trabalho precário e por isso mais suscetível a grandes oscilações.
Salvador, mais uma vez, manteve o título de capital nacional do desemprego, posição que ocupa desde o início da pesquisa em 1997. Entretanto, se comparada a fevereiro do ano passado, a redução da taxa de 22,3%, para 20,9%, representou a saída de 10 mil pessoas da situação de desemprego.
O rendimento médio aumentou tanto para os ocupados (2,1%), quanto para os assalariados (2,3%), passando para R$ 894 e R$ 1.012, respectivamente.