10/05/2008
A inflação na capital baiana atingiu 0,64% em abril, de acordo com o Índice de Preços ao Consumidor (IPC), divulgado ontem pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), vinculada à Secretaria do Planejamento do Estado (Seplan).
No acumulado dos últimos doze meses (maio de 2007 a abril de 2008), a alta nos preços foi de 5,18%. De acordo com a SEI, o grupo de alimentos de bebidas foi o que apresentou as maiores altas no acumulado últimos 12 meses até abril, com majoração de 12,07%.
Selma Magnavita, presidente do Movimento das Donas de Casa e Consumidores da Bahia (MDCB), informa que a organização pretende uma convenção coletiva, algo previsto no artigo 107 do Código de Defesa do Consumidor.
O objetivo é negociar com os super e hipermercados da cidade uma lista de produtos alimentícios que tenham preços mais em conta. Ela observa que, quando devidamente registrado, o acordo com varejo se torna lei, pelo tempo previsto no documento.
Os produtos a serem listados para a proposta de venda com desconto ainda estão em fase definição. A avaliação envolve, inclusive, a marca dos produtos.
“O consumidor não deve se acomodar. Tem que haver a preocupação voltada para o acesso de todos aos alimentos. A sociedade precisa ser solidária para que os preços não tomem mais impulso”, observa Magnavita.
Ela ainda recomenda a criatividade para substituir os produtos mais caros. “A culinária baiana é riquíssima neste sentido, algo que vai desde o escaldado até purê de aimpim”.
Dentre os itens pesquisados pela SEI, os que mais impulsionaram o IPC foram gasolina (5,16%), pão francês (9,45%), álcool combustível (7,64%), camiseta, blusa e blusão femininos (6,49%), tomate (23,66%), gastos com empregado doméstico (1,80%). Por outro lado, os produtos cujos preços exerceram maiores pressões negativas foram: tarifa de energia elétrica residencial (3,50%), excursão não escolar (5,64%) e cruzeiro marítimo (8,42%).
No acumulado dos últimos doze meses (maio de 2007 a abril de 2008), a alta nos preços foi de 5,18%. De acordo com a SEI, o grupo de alimentos de bebidas foi o que apresentou as maiores altas no acumulado últimos 12 meses até abril, com majoração de 12,07%.
Selma Magnavita, presidente do Movimento das Donas de Casa e Consumidores da Bahia (MDCB), informa que a organização pretende uma convenção coletiva, algo previsto no artigo 107 do Código de Defesa do Consumidor.
O objetivo é negociar com os super e hipermercados da cidade uma lista de produtos alimentícios que tenham preços mais em conta. Ela observa que, quando devidamente registrado, o acordo com varejo se torna lei, pelo tempo previsto no documento.
Os produtos a serem listados para a proposta de venda com desconto ainda estão em fase definição. A avaliação envolve, inclusive, a marca dos produtos.
“O consumidor não deve se acomodar. Tem que haver a preocupação voltada para o acesso de todos aos alimentos. A sociedade precisa ser solidária para que os preços não tomem mais impulso”, observa Magnavita.
Ela ainda recomenda a criatividade para substituir os produtos mais caros. “A culinária baiana é riquíssima neste sentido, algo que vai desde o escaldado até purê de aimpim”.
Dentre os itens pesquisados pela SEI, os que mais impulsionaram o IPC foram gasolina (5,16%), pão francês (9,45%), álcool combustível (7,64%), camiseta, blusa e blusão femininos (6,49%), tomate (23,66%), gastos com empregado doméstico (1,80%). Por outro lado, os produtos cujos preços exerceram maiores pressões negativas foram: tarifa de energia elétrica residencial (3,50%), excursão não escolar (5,64%) e cruzeiro marítimo (8,42%).