08/04/2009
O mês de fevereiro foi de alta na produção industrial em nove dos 14 locais pesquisados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Na comparação com janeiro, a maior alta foi registrada na Bahia, de 13,7%, seguida pelo Espírito Santo (8,3%).
Em relação a fevereiro de 200, no entanto, a industria baiana registrou retratação de 10,0%, a quinta taxa negativa consecutiva. As maiores contribuições negativas vieram de metalúrgica básica (-24,6%), produtos químicos (-21,8%) e refino de petróleo e produção de álcool (7,5%).
Na passagem de janeiro para fevereiro, também registraram alta as taxas de minas Gerais (5,7%), Paraná (5,7%) e região Nordeste (4,1%), onde o crescimento superou a média nacional, de 1,8%. Segundo o IBGE, também tiveram taxas positivas, mas inferiores à média nacional, Rio Grande do Sul (1,6%), Pará(0,9%), Ceará (0,8%) e São Paulo (0,5%).
Na comparação entre os meses de fevereiro, o único local com aumento de produção foi o Paraná (1,5%). Nos outros 13 locais pesquisados, todos mostraram quedas de dois dígitos: Espírito Santo (-29,5%), Minas Gerais (-26,0%), Amazonas (-20,8%), Rio Grande do Sul (-20,5%), Santa Catarina (-19,8%), Pernambuco (-17,5$), São Paulo (17,5%), Bahia (-10,0%), Pará (-10,2%), Ceará (-10,5%), Goiás (11,1%), região Nordeste (-12,1%) e Rio de Janeiro (-13,2%).
Em relação a fevereiro de 200, no entanto, a industria baiana registrou retratação de 10,0%, a quinta taxa negativa consecutiva. As maiores contribuições negativas vieram de metalúrgica básica (-24,6%), produtos químicos (-21,8%) e refino de petróleo e produção de álcool (7,5%).
Na passagem de janeiro para fevereiro, também registraram alta as taxas de minas Gerais (5,7%), Paraná (5,7%) e região Nordeste (4,1%), onde o crescimento superou a média nacional, de 1,8%. Segundo o IBGE, também tiveram taxas positivas, mas inferiores à média nacional, Rio Grande do Sul (1,6%), Pará(0,9%), Ceará (0,8%) e São Paulo (0,5%).
Na comparação entre os meses de fevereiro, o único local com aumento de produção foi o Paraná (1,5%). Nos outros 13 locais pesquisados, todos mostraram quedas de dois dígitos: Espírito Santo (-29,5%), Minas Gerais (-26,0%), Amazonas (-20,8%), Rio Grande do Sul (-20,5%), Santa Catarina (-19,8%), Pernambuco (-17,5$), São Paulo (17,5%), Bahia (-10,0%), Pará (-10,2%), Ceará (-10,5%), Goiás (11,1%), região Nordeste (-12,1%) e Rio de Janeiro (-13,2%).