O Projeto Azimute, que está sendo desenvolvido pela Diretoria de Estudos da SEI, será utilizado como case internacional pela empresa americana ERDAS, que criou o software utilizado pelo projeto. O Azimute é um sistema criado para auxiliar a análise de informações georeferenciadas sobre a população e os estabelecimentos de educação e saúde no Estado da Bahia. Seu objetivo é contribuir na elaboração de políticas públicas voltadas para a melhoria dos serviços de educação e saúde. A perspectiva é de que o Azimute esteja disponível a partir de janeiro de 2011.
No treinamento realizado, entre os dias 9 e 11 de novembro, pela empresa Santiago & Cintra Consultoria, responsável pelo modelo conceitual e lógico do Azimute, foram apresentadas soluções inovadoras relacionadas à geração e gestão da informação geográfica para diferentes áreas, a exemplo do Azimute, um trabalho desenvolvido pela Diretoria de Estudos da SEI, que foi apresentado pela economista Eva Borges (Coordenação de Estudos Sócio-Econômicos/ Direst) para mais de 100 especialistas.
De acordo com Adriano Bertalha (Gerente de Projetos da Santiago & Cintra), o projeto Azimute foi um sucesso, a ponto dos Gerentes da ERDAS, empresa americana que desenvolveu o software, que também estavam no evento, solicitarem da SEI a permissão para utilizar o Projeto Azimute como case do software a ser apresentado em nível internacional.
Utilizando procedimentos padronizados, as pessoas poderão consultar as informações correspondentes aos estabelecimentos e também às informações demográficas e socioeconômicas contidas na base dos municípios e, no caso das maiores cidades, dos setores censitários.
O sistema poderá ser utilizado no planejamento escolar e de saúde dos municípios e de áreas específicas, no caso de cidades maiores. Para exemplificar, o Azimute poderá prospectar áreas onde a demanda da população local seja superior a oferta de vagas escolares existentes, áreas com grande quantidade de alunos com deficiência física e que não possuem equipamento adequado, área com grande percentual de pessoas analfabetas ou com menos de quatro anos de estudo, entre outras questões. No caso da saúde, ele pode revelar as áreas com pedrominância de idosos, localizar áreas populosas desatendidas por prontos socorros, etc.
Os usuários do Azimute podem ser tanto técnicos e analistas especializados quanto o público em geral. O acesso será feito por meio de um aplicativo eletrônico, via web, em ambiente amigável, desenhado para atender situações especificas com níveis distintos de complexidade.
Projeto Azimute será utilizado como case internacional
Publicado: 19/11/2010
Última atualização: 06/10/2026 às 09:54